Longo prazo namoro

Namoro longo . Namoro a 6 anos nunca tinha feito nada de diferente e fomos em uma festa esse fds e demos um beijo triplo, já aconteceu com alguém isso, queria opiniões, eu gostei foi com uma outra menina, mas tenho medo disso atrapalhar o nosso relacionamento a longo prazo, assim sinto que isso foi algo pra nosso relacionamento que estava a um bom tempo na mesma, e começamos a nós abrir mais. Por isso, saiba investir. Comprometer-se a amar alguém a longo prazo é uma aposta alta. Amor é um processo e não um simples substantivo. Deveria sempre ser utilizado na forma verbal, ou seja, “amar”, pois é ação, movimento e envolvimento. Uma amizade de longo prazo proporciona um conforto impagável na velhice, porque você se sente amparado e compreendido. O outro faz parte da sua história. Terminar um relacionamento longo, por pior que esteja, é muito mais doloroso que um namoro rápido, por mais emocionante que pareça. Amor: investimento a longo prazo artigos / Namoro / Reportagens. Quem investe nessa aventura descobre que o amor não é lucro de retorno imediato, mas investimento a longo prazo. Por Janaína Flor. Ah, o amor! Desejado, buscado, ilustrado, encenado em forma de poesia… Em todo canto há amor! Definição: Um acordo de longo prazo depende em grande parte da química entre as duas partes. Os fatores que governam essa decisão (seja no começo ou depois de algum tempo no relacionamento) podem variar muito. São necessárias duas pessoas nos relacionamentos de namoro com açúcar. Às vezes, a indecisão prevalece nos sugar babys, forçando o relacionamento nunca será bom a longo prazo. É melhor deixá-la ir e dar-lhe tempo se não tiver certeza de que deseja um relacionamento como esse.

Espero conseguir deixar de amá-lo e seguir em frente

2020.08.16 03:38 Schrodinger--Cat Espero conseguir deixar de amá-lo e seguir em frente

Olá... Não sei bem como fazer isso, mas realmente preciso desabafar. No início desse ano eu terminei um namoro de 4 anos porque o cara mentia compulsivamente pra mim, me traía e manipulava, além de só ter arrumado um só emprego nesses 4 anos e ter ficado nele um mês só, viver às custas da mãe e nunca se importar em fazer algo pelo nosso relacionamento a longo prazo. Porém, ele me manipulava de um jeito que só consigo ter a visão de que ele é O HOMEM, mesmo que minha família e amigos digam o contrário. Enfim, agora eu ainda o amo, to tentando me reaproximar dos meus amigos ( os quais me distanciei por causa do relacionamento), to tentando conhecer novas pessoas (coisa que é realmente MUITO difícil pra mim), enquanto ele, pelo que ele me disse, tirou carteira de motorista, conseguiu um emprego e ta completando um mês de namoro com uma outra moça. :/ Só queria conseguir pensar que alguém um dia vai realmente me amar...
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2020.07.30 20:54 nehesis Relacionamento aberto a distância

Oi gente bonita
Olha só: eu não sou monogâmica. Sou casada há 4 anos e meio e namoro há um ano. Eu moro em Portugal e meu namorado vai se mudar pra Alemanha por pelo menos um ano. Durante esse período, vamos nos ver a cada dois meses.
Ele já viveu um relacionamento a distância (ele via a ex dele uma vez por ano e eles passavam as férias juntos. Durou tipo 5 anos e era monogâmico/fechado) e eu sei que PRA ELE isso não será problema nenhum, principalmente porque nosso relacionamento sempre foi aberto e permenacerá assim.
Eu o amo profundamente e quero casar com ele um dia. Inclusive, planejo pedir ele em casamento no primeiro "retorno" dele após a mudança, porque caso ele aceite (e acho que vai), isso vai me dar uma motivação pra aguentar esse um ano e a gente começar a planejar nossa vida a longo prazo. Enfim...
Meu problema é: como lidar com a saudade? Eu nunca fiquei mais de uma semana sem ver ele durante todo esse ano de relacionamento e me deixa apreensiva a saudade física que vou sentir dele. Alguém aí possui histórias de sucesso de relações assim? Sejam elas não monogâmicas ou não.
É isso gente obg.
[Resumin da massa: meu namorado vai mudar de país por um ano e nosso relacionamento se tornará a distância]
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2020.07.27 02:33 RealityCompetitive24 Como se relacionar amorosamente sendo jovens e com a vida muito instável

(Conta throw away pois meu namorado me segue na minha conta principal)
Gente primeiramente queria dizer que essa é uma questão minha que trato na terapia tem um tempo, mas também queria saber a opinião de vocês.
Estou em um relacionamento de 9 meses com um menino que amo muito e gosto do nosso namoro em vários aspectos. Porém tem um problema que pesa bastante pra gente: estamos em momentos da vida muito diferentes e sentimos dificuldade em conciliar nossos objetivos individuais com os objetivos de casal, tanto ele como eu.
Eu nasci em uma cidade x do nordeste e faço faculdade e estagio numa cidade y do sudeste. Antes da pandemia, voltava geralmente 2x pra minha cidade natal ver amigos e familia. Atualmente estou temporariamente na casa dos meus pais na minha cidade x, trabalhando em homeoffice e com aulas ead, vim pra cá bem no inicio da pandemia. Assim que minhas aulas ou o estagio voltarem, pretendo regressar a cidade y.
Meu namorado é da minha cidade x e mora com a mãe. Apesar de frequentarmos um ciclo social próximo, nós nos conhecemos a distância quando eu estava na cidade y. Nosso namoro começou quando ele resolveu viajar pra me conhecer na cidade y. Desde então, revezamos nossos encontros... ele passa um mes comigo la, nas minhas ferias volto pra minha cidade (sim haja dinheiro pra passagem risos). Porém a distância sempre foi um problema pra nós e sempre que tentamos fazer planos para ficarmos definitivamente juntos no futuro, algo no presente acaba não saindo como o esperado.
Estamos passando a pandemia juntos na casa da minha mae desde que cheguei em março, esta sendo o maior tempo que já passamos juntos. No inicio do relacionamento ele tinha planos de morar comigo na cidade y. E no inicio estava tudo certo, porem ele começou a enfrentar alguns problemas familiares que o fez começar a considerar outras possibilidades.
Para ele se mudar pra cidade y, precisa de apoio financeiro da familia e isso está completamente fora de questão agora. Eu também sinceramente não queria voltar a minha cidade natal e gostaria de fazer minha vida na cidade y, pois tambem tenho muitos problemas na minha família e nao gosto da minha cidade natal, apesar de suporta-la. Eu tenho meu dinheiro, mas também dependo da minha família financeiramente em alguns aspectos... tenho sonhos de aqui a algum tempo fazer um intercambio também. Já estou perto de me formar e sinceramente nao sei bem o que vou fazer depois disso, estava pensando em arranjar um outro trampo na cidade y e tentar me manter financeiramente por lá (inclusive estou fazendo varias entrevistas pra tentar mudar de estagio)... mas tudo isso depende de circunstancias externas, se eu nao conseguir um emprego talvez precise voltar para a cidade x.
Nós ja nos abrimos e conversamos bastante sobre isso e nao conseguimos um consenso sobre o nosso futuro como casal... parece que os caminhos e quereres estão divergindo demais. Porém, nos amamos e temos um sentimento forte um pelo outro e ai que fode tudo, principalmente pra mim.
O x da questao é: A ideia de um término é insuportável pra mim. Mesmo que ele não precise ser agora, a minha mente acaba antecipando esse evento e eu me sinto triste. Nós já conversamos sobre isso abertamente e deixamos como possibilidade no futuro. Mas é simplesmente uma ideia que me da um nó gigante na garganta. É algo tipo "Não quero terminar com voce de jeito nenhum mas as circunstâncias externas não estão ajudando e não estou conseguindo enxergar outras saídas a muito longo prazo." Eu sei que talvez pareça besteira, eu me sinto muito besta inclusive. Mas é uma questão muito delicada pra mim. Só de pensar as lágrimas começam a cair. Estamos dispostos a fazer tudo o possivel dentro de um limite pra que a relação dure, mas só a vontade e o amor não são suficientes, dependemos de outras circunstancias.
Esse não é o primeiro relacionamento que tive, mas é o primeiro que tenho na fase adulta e mais concreto. Eu nunca tive um relacionamento que durasse mais de um ano, mas os terminos ate entao foram por questoes pessoais minhas e não por circunstâncias externas. Sinceramente, nao sei muito bem como fazer as relações durarem nesse sentido e me pego pensando como é dificil se relacionar, principalmente no inicio da fase jovem adulta.
Enfim é isso gente, em suma: tenho muita dificuldade de lidar com essas incertezas no relaciomento e com as frustrações dos meus planos de vida a 2, mas a ideia de terminar o relacionamento também é assustadora pra mim... parece que estou aproveitando o tempo que tenho com ele pra deixar a vida definir nossos destinos, mas essa ideia do termino é um monstrinho que fica assolando minha mente e me faz ficar triste.
Eu cheguei a um ponto que ele nota que fico triste sempre que ele fala do futuro dele sem me incluir. Dai ele me pergunta se ta tudo bem e se eu quero conversar com ele... e eu nego e explico que nao tem o que conversar pois ja conversamos sobre o assunto... Pq cara o que vou fazer sabe? O que eu vou falar? Entendo que é um sentimento que tenho que lidar sozinha, mas sinceramente não sei como.
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2020.07.16 16:52 fobygrassman HAPPN PARA CASADOS

HAPPN PARA CASADOS App para infidelidade casada e encontros discretos. Curta um caso agora!
Happn App para Casado. Infidelidade simplificada De uma dona de casa traidora real
DESCUBRA O APLICATIVO TRAIÇÃO MELHOR QUE A FELICIDADE Hoje em dia, com o Happn e outros aplicativos de namoro sendo usados, as mulheres estão mais abertas a encontrar parceiros on-line e a ter relacionamentos casuais e uma noite só ”
Mas e se você for casado ou noivo?
Você ainda pode usar o Happn?
A RESPOSTA É NÃO. Não use o aplicativo Happn se você é casado, você será pego 100%
Se você deseja que o Happn já esteja lá antes de se casar, leia isso! Porque existe um aplicativo Happn anônimo projetado para pessoas casadas. Happn requer seu perfil no Facebook. A Happn usa seu perfil pessoal do Facebook para criar seu perfil na Happn !! A Happn USA SEU NOME E IDADE NO FACEBOOK! Além disso, o Happn é tão amplamente usado, mesmo que você decida se inscrever na sua conta do Facebook, seria apenas uma questão de tempo até que um dos amigos solteiros de sua esposa o veja no Happn e o expulse. Você não pode carregar fotos discretas no Happn e espera se envolver com nenhuma mulher, porque existem milhões de homens com fotos de rosto inteiro com as quais você está competindo. Então, isso significa que, se você é casado ou noivo, não pode usar o happn app? Felizmente, existe um "Happn casado" e é assim que funciona
ASHLEY MADISON É UM PEDIDO PARA TRAIDORES CASADOS QUE FUNCIONAM EXATAMENTE COMO A HAPPN APP. Ashley Madison foi criada exclusivamente para traidores. Uma grande porcentagem de usuários é casada e há "destruição mutuamente garantida". Ou seja, se alguém o vê no Ashley Madison (Happn por trapaça), ele não o denuncia, pois precisaria explicar por que ele estava no site. Ashley Madison funciona perfeitamente no seu telefone da mesma maneira que a Happn. Você pode ver os usuários próximos a você ajustando o raio da pesquisa. O Happn para casais tem recursos adicionais que o Happn não possui, criados para mantê-lo 100% seguro e discreto. Ashley madison permite que você se inscreva sem verificação de e-mail, o que significa que você pode dizer que outra pessoa usou seu e-mail e que você não tinha ideia. A Happn obriga a usar seu perfil do Facebook com seu nome real e idade no seu perfil. Ashley Madison possui um assistente de foto que permite colocar uma máscara no rosto ou desfocar a imagem para que você não possa ser identificado. Os usuários de Ashley madison são muito mais compreensivos quando você tem apenas fotos discretas disponíveis. Se você tentasse isso no seu Happn, obteria zero correspondências. Ashley Madison também oferece uma galeria privada onde você pode armazenar suas fotos e conceder e revogar o acesso aos usuários a qualquer momento. No Happn, todas as suas fotos podem ser visualizadas ... por qualquer pessoa ... a qualquer momento! Ashley Madison tem um site para dispositivos móveis muito rápido, para que você não precise baixar um aplicativo para o seu telefone. Isso é especialmente útil para pessoas cujos parceiros geralmente têm acesso ao telefone. O Happn é apenas um aplicativo que você precisa baixar para o seu telefone. Ashley Madison é 100% grátis para mulheres, o que garante uma base de usuários feminina ativa e envolvente. Happn cobra homens e mulheres.
Se você quer toda a diversão e emoção de Happn, mas é casado ou tem um relacionamento, você definitivamente deveria tentar Happn for Married: Ashley Madison.
O QUE É A GERAÇÃO "HAPPN"? Devido a aplicativos como o Happn e outros, as mulheres são mais promíscuas do que nunca.
Antes do Happn, apenas um dos meus amigos usava qualquer site de namoro. Ela só saiu em 3 encontros ao longo de 2 anos. Mas desde que Happn, todas as minhas amigas têm um perfil e o estão usando ativamente! Graças à Happn, as mulheres agora estão confortáveis ​​e com experiência em namoro online e abertas a conhecer homens online. O namoro on-line agora é a maneira número 1 pelas mulheres encontrar homens para encontros.
EXPIRADO EM SEXO CASUAL Eu tive muitos encontros no Happn e aplicativos semelhantes, e todos os meus amigos também. Depois de ter seu primeiro encontro casual e perceber que uma noite divertida, apaixonada e emocionante é apenas um aplicativo, você não será privado.
A "GERAÇÃO HAPPN" É AGORA A FAIXA ETÁRIA DOS RECÉM-CASADOS. As mulheres que usaram o Happn entre 20 e 30 anos de idade estão casadas há anos e “o período da lua de mel está acabado. Eles estão ficando insatisfeitos e querem um caso. Muitos de meus amigos que usaram o Happn estão agora, casados, noivos ou em relacionamentos de longo prazo; Adeus Happn diversão e Olá compromissos de longo prazo.
ELES SÃO NOSTÁLGICOS POR SUA JUVENTUDE SEXY Agora sou um dos meus únicos amigos que ainda são solteiros e posso honestamente admitir que meus amigos casados ​​(especialmente aqueles que estão casados ​​há muito tempo) sempre me dizem como tenho sorte e o quanto eles sentem falta da diversão de encontros on-line. Happn para casados
A LUA DE MEL ACABOU Depois de um tempo casado, o sexo e a paixão desaparecem. Todos os meus amigos dizem que sentem falta da validação e do entusiasmo que têm de combinar caras atraentes. O Happn não é mais uma opção Todos os meus amigos casados ​​dizem que adorariam usar os aplicativos de namoro novamente. No entanto, se o fizessem, seus maridos descobririam muito rapidamente. A Happn e outras aplicações usam o facebook para gerar seu perfil. Happn mostra amigos em comum, seu nome, idade. Sites como ashley madisn estão vendo um grande aumento de usuários e um grande aumento de mulheres. Os aplicativos de conexão Happn e similares se tornaram um campo de treinamento para mulheres. Eles são treinados na arte do sexo casual e do namoro on-line e procuram ter encontros infiéis agora!
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2020.07.16 16:28 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE

ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE Descubra como acessar e conhecer mulheres casadas porém carentes em apenas 10 minutos
Casadas Carentes: As 5 melhores maneiras de conhecer casadas carentes em menos de 2 horas Escrito por uma dona de casa traidora real.
Casadas carentes são mulheres presas em relacionamentos de longo prazo não satisfeitas com o atual companheiro. O marido não a dá a atenção que ela merece, não a faz se sentir sexy, desejada, ou como um dia a fez sentir. Ela carece afeto, tesão, ou mimos. Elas sentem falta destas coisas, e tem desejos de procurar homens que ajudem a satisfazer estas necessidades para ela.
O QUE FAZ UMA MULHER CASADA SER CARENTE?
Há vários fatores que levam ao sentimento de carência de mulheres que conseguiram se manter em relacionamentos por tempos prolongados. Alguns destes fatores são:
• Vida sexual insatisfatória, onde não há tesão ou paixão. O marido não se preocupa com o que a mulher sente, só pensa em si, sem romance, sem preliminares, e sem posições diferentes. Parece um ato que tem como finalidade apenas fazer o marido se satisfazer, depois virar para o lado e dormir. • O homem não parece mais ter tempo para a esposa. Trabalha muito, chega em casa tarde, e está cansado demais para qualquer coisa nova, diferente ou divertida. Arruma tempo para jogar futebol com os amigos no final de semana, vai a bares com os colegas depois do serviço e chega em casa tarde e vai direto para a cama. A mulher não se sente mais importante.
• Não é tratada bem pelo marido. Não é apenas deixada de lado, mas ainda é ofendida por certas atitudes do marido. Ele briga, xinga e a ofende. Não a respeita, como deveria, e ela sente aquela vontade de sentir aquilo que um dia ele ofereceu: carinho e afeto.
• Ela quer novidade. Ela ficou com o mesmo homem por muito tempo, e já sabe tudo que ele faz e vai fazer. Na cama é tudo rotina, o beijo é sempre o mesmo, a cama é sempre a mesma, as personalidades são sempre as mesmas. Ela só quer sentir alguma coisa diferente depois de tantos anos, precisa de algo que a lembre que está viva.
COMO CONHECER CASADAS CARENTES?
Agora que você sabe como casadas carente se sintam, você deve estar se perguntando como conseguir encontrar uma, para a ajudar a satisfazer suas necessidades. Será que há algum lugar onde elas ficam mais concentradas, dispostas a serem abordadas por um estranho? Será que dá para encontrar alguma em algum bar pela cidade, pronta para ser conquistada? Boa sorte, mas isto vai ser difícil desta maneira.
Mulheres nesta situação, mesmo que carentes e com vontade de experimentar coisas novas, ela não quer se colocar em posições comprometedoras ou em risco de ser pega ou descoberta pelo seus maridos. Elas geralmente são mais tímidas, e não teriam tanta coragem, pois são mulheres que geralmente estão em relacionamentos com mais de 5 anos, e está fora do jogo de namoro há muito.
Mas vamos dizer que ela tivesse a coragem de ir na cidade e ir para algum bar, para ver se algum homem a abordasse. Como você distinguiria uma casada carente e uma que simplesmente quer se divertir no bar com as amigas, ou apenas beber. É muito risco para você como um homem abordar uma mulher de aliança.
Existe um local perfeito para encontrar casadas carentes: Ashley Madison. Site reconhecido internacionalmente como melhor ferramenta de traição.
ASHLEY MADISON
O que a Ashley Madison oferece que outras alternativas não oferecem para encontrar casadas carentes? Será que casadas carentes realmente usariam um site deste?
A Ashley Madison é uma gigante no oferecimento de oportunidades para traição. Já reuniu mais de 50 milhões de usuários em todo mundo, um dos sites mais populares do mundo. Isto não é só no mundo, no Brasil também tem uma presença muito grande, chegando a quase 2 milhões de usuários, esperando outros 1 milhão até 2020.
Tem duas coisas que a Ashley Madison oferece que garante a vinda de casadas carentes. Primeiramente é a discrição. Como foi explicado anteriormente, mulheres nesta posição não querem ser colocadas em situações comprometedoras, nem em risco desnecessário. A Ashley Madison tem múltiplas ferramentas inovadoras que oferecem uma discrição garantida como: não precisar confirmar seu e-mail no cadastro, assistente de fotos patenteado que permite borrar fotos públicas, permitindo a visualização de uma galeria privada a apenas pessoas que elas concederem acesso, podendo ser revogado a qualquer momento.
Outra coisa muito atraente a mulheres é o custo para elas. A Ashley Madison concede acesso gratuito às mulheres. Elas tem acesso a toda função do site, sem ter que pagar. É óbvio que isso chamaria a atenção de casadas carentes. Elas não teriam que justificar gastos a seus maridos posteriormente.
DICAS PARA CONHECER CASADAS CARENTES NA ASHLEY MADISON
Segue as seguintes dicas, e você vai se ver encontrando múltiplas mulheres desejando atenção ou outras coisas que você pode oferecer a elas.
  1. Inscreva-se! Uma ferramenta reconhecido pelo mundo todo como forma eficiente de encontrar parceiros para traição. Junte-se a Ashley Madison e tenha acesso a uma multidão de mulheres casadas e carentes.
  2. Navegue pelo site, e por todas as mulheres no site, procurando alguma que te interesse. Veja o perfil dela e inicie uma conversa, de forma adequada, gentil e cavaleira. Não seja agressivo, nem estranho, nem genérico. Deixe claro suas intenções e a dá a atenção que ela carece. Preste atenção no que ela diz e o que ela deseja, e a partir das reações dela, vê como pode prosseguir. Se quiser deixar a conversa mais sexual, tenha moderação. Não comece de forma sexual, vai elevando o calor da conversa de forma gradual, sempre levando em consideração a reação dela.
  3. Monte um perfil decente. Dedique bastante tempo a seu perfil, ele será uma das primeiras impressões dela de você. Quanto mais tempo e atenção der ao seu perfil, maior a chance de casadas carentes se interessarem em você.
Agora que você sabe como encontrar e conhecer mulheres casadas carentes perto de você, entra na Ashley Madison e encontre uma em até 10 minutos!
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2020.07.16 16:22 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES em menos de 2 horas e desfrute de um caso esta noite e curta um caso agora!

5 Maiores Razões Mulheres Casadas Traem & Como Conhecê-las De uma dona de casa traidora real
Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2020.06.19 05:46 trololo2019 Eu não ligo pra minha mãe e estou feliz com isso (e já fui julgado por isso)

Sempre tive uma relação muito complicada com a minha mãe. Ela sempre cuidou de mim da melhor forma que podia (e conseguia) mas a personalidade dela é muito complicada em vários aspectos. Minha mãe é solteira, separou-se de meu pai quando ainda era criança, e, pra resumir, ela é uma pessoa extremamente controladora, no sentido coercitivo mesmo.
Há dois anos e meio namoro uma pessoa e recentemente ficamos noivos. Essa pessoa é simplesmente a melhor pessoa que já tive o prazer de conhecer e ficar junto. Uma pessoa sensível, que conversa, esforçada, madura, com habilidades sociais, enfim. Estamos organizando nossas finanças e até o final do ano estaremos morando juntos. Consigo vislumbrar uma convivência de longo prazo muito saudável e frutífera com essa pessoa e ela também vê isso dessa forma.
Quando contei isso a minha mãe, ela chorou, e eu não me senti nem um pouco mal por isso. Na verdade, cheguei a conclusão que nunca senti muita coisa pela minha mãe de fato. O jeito com que ela sempre agiu comigo, barrou qualquer afeto positivo que poderia ter por ela nesse e em outros momentos.
Quando eu digo isso a outras pessoas de meu convívio social, sinto que já fui julgado por isso. Muito provavelmente por existir em nossa sociedade uma ideia quase sagrada do "AMOR" entre pais e filhos, que, contudo, não se encontra na realidade muitas vezes.
Por fim, estou bem, como nunca estive antes, e considero isso tanto um desabafo como uma notícia boa. Finalmente tomei as rédeas da minha vida, estou conseguindo minha autonomia financeira e tenho planos e objetivos de vida. Espero que outras pessoas possam, assim como eu, se permitir a não ficarem presos a relações familiares não saudáveis só porque a sociedade nos pressiona, de certa forma, a isso.
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2020.05.29 23:52 Kukuren Sobre como homens são vistos, e como o mau comportamento masculino de vários desvaloriza o gênero como um todo.

TL;DR:
Homens se jogam demais em cima das mulheres, se desvalorizam assim e deixam homens realmente conscientes sem esperança de relacionamentos.
A famosa frase : "D**k is abundant and low value." Infelizmente a maioria dos homens (eu também sou homem) se coloca em uma posição de baixo valor frente às mulheres por meio de comportamentos que reduzem seu valor diante delas.
Atiram para todo lado, usam todo tipo de cantada e estratégia manjada, agem de forma forçada e falsa, humilham amigos quando na frente de uma mina em que estão interessados, usam álcool para "se soltar", isso sem falar no machismo e misoginia direcionados às moças frente a uma rejeição. Agem de forma vazia e sem um pingo de consciência individual e coletiva, se oferecendo, se humilhando, tudo pra conseguir levar alguma mulher pra cama, seja a curto prazo nas famosas "ficadas" ou a longo prazo.
Nem preciso falar que já desisti de ir atrás de alguém pra namoro ou casamento. Pois tem tanto mané se atirando na mulherada lá fora que acabam ofuscando bons homens e manchando sua imagem. E eu não estou falando que sou um bom homem ou tentando me colocar como exceção. Longe disso, não me considero nem de longe alguém que seria ou sequer será digno de ser amado na vida. Estou aqui fazendo esse desabafo/argumento/observação pra ver se alguém se sente do mesmo jeito que eu. Conselhos são bem vindos.
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2020.05.07 21:35 fixityoud_mbass saudades do que minha ex já foi

eu sei que é psicologicamente e biologicamente comprovado que acontece em todos os relacionamentos, mas porra, eu sinto uma falta do caralho do que minha ex foi nos 6 primeiros meses de namoro... sinto que nunca mais vou ser feliz com alguém como fui naquela época.
ninguém que comecei a ficar, nem nos primeiros meses, está conseguindo superar aquilo.
sinto que nunca mais vou me interessar por alguém ao ponto de pensar em se relacionar a longo prazo na minha vida...
NE SINTO PERDIDAÇO AS VEZES
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2020.03.05 04:26 psicopatola Eu perdi o amor da minha vida, eu acho

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente feliz, que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:40 psicopatola Relacionamento à la Grey's Anatomy

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:15 psicopatola Eu tinha dois "namorados" e perdi os dois 😬

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Jane e eu namorei o Michael por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Rafael, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Rafael. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Rafael falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Rafael sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? Eu tô com muita saudade. A gente se vê muito pouco agora.
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2020.01.23 18:56 desabafei Nascido pra ser solteiro?

Oi, como vocês estão?
Eu tô confuso, de novo. Tenho 29 anos e nos últimos meses estou com um sentimento de quando eu tava no meu primeiro namoro com 16, de novo...
Já namorei 4 vezes desde os 16 anos. Alguns namoros duraram mais, outros menos, mas sempre com um "prazo de validade" parecido. Eu namoro por uns 2~3 anos e me separo. Todas as vezes fui eu que terminei e em todas vezes foi o mesmo sentimento, de parece que simplesmente acabou a magia.
O primeiro namoro foi mais fácil, pois quando eu já estava pensando em terminar por estar sentindo isso, descobri que minha namorada estava me traindo, então só dei tchau e segui em frente.
Os outros 2 namoros antes da minha atual namorada foi mais complicado. Passou este tempo e eu simplesmente tive que terminar pois não via mais propósito no namoro, começava a ver problemas onde antes não existia, defeitos que a pessoa nem tem, na real. Enfim, motivos pra terminar.
Eu sei que tu tá pensando "todo relacionamento é assim", "ninguém é perfeito", "tem que aceitar como o outro é", "vou te contar um segredo... todo relacionamento é assim depois de um tempo", algo do gênero. Porque eu levo tudo isso em consideração. É exatamente por isso que eu já fico puto comigo mesmo.
Minha atual namorada é uma mulher fantástica. Temos uns problemas aqui e outros ali, como todo mundo tem. Eu admiro ela demais em todos aspectos. Só que parece que a magia acabou... eu nos vejo como uma grande amizade entre um homem e mulher. A gente se diverte quando estamos só nós dois, mas de resto a gente é bem diferente, no que gostamos de fazer e nos propósitos de vida.
Eu sou extrovertido e ela é introvertida. Eu sou sociável e ela não gosta de ver ninguém. Eu gosto de beber, dançar e fumar. Ela gosta de ler, tomar chimarrão e dormir. Eu gosto de música alta, ela prefere música baixa, quase inaudível pra poder conversar. Ela é MUITO envergonhada pra tudo, inclusive ainda comigo...
O sexo é um grande problema também. Estamos a quase 3 anos juntos e ela nunca tomou atitude pra nada. Em quase 3 fodendo anos ela nunca chegou em mim pra rolar um clima ou ao menos aquela "passada de mão". Já conversamos sobre isso e ela diz que não é por falta de vontade, é que ela não consegue mesmo, é "travada". Isso é foda demais. PESSOAS, TENHAM ATITUDE!
Enfim, é mais um namoro que eu vejo chegando nos 3 anos e eu já estou vendo como vai acabar...
Será que eu só deveria aceitar que todos relacionamentos tem um prazo de validade e ficar com ela, já que nos damos bem em tantos aspectos (respeito, carinho, companheirismo, a base toda) e abrir mão de todo o resto? Me conformar?
Será que eu devo terminar mais uma vez e uma hora aparece alguém que vai ser diferente? Tenho medo de magoar ela e magoar outra pessoa e seguir magoando as pessoas por que é um problema meu.
Ou será que eu nasci pra ser solteiro?
Me desculpem o texto longo. Eu queria falar isso pra pessoas desconhecidas pra ver outros pontos de vistas. Acho que seria interessante o ponto de vista de quem não tem um afeto maior por mim ou por ela, pra não influenciar no que me diriam.
Obrigado por quem ler até o final.
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2020.01.11 15:10 beantownclown ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES

Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2019.10.15 04:43 Enigma_Machine1 Pessoas que trataram ciúmes com um psicólogo, me deem uma luz aqui

Estou tendo um problema sério de ciúmes no meu relacionamento. Tenho os sinais mais clássicos disso: ciúmes do passado da pessoa, me comparo toda hora com os ex-namorados dela, tenho aquele medo de perdê-la, tenho um certo ciúmes dos amigos (mesmo conhecendo alguns e gostando muito deles), sem contar o mar de toxicidade que são as redes sociais nesse sentido (de achar que toda a atividade da pessoa é "suspeita" - eu não fico monitorando isso 24h por dia, mas invariavelmente aparecem para mim interações normais que ela tem com os amigos etc).
Eu fico chateado por isso me ter pego de surpresa. Eu nunca tive ciúmes fora do "normal" antes desse relacionamento. No meu último namoro eu fui traído, e foi aquela história: eu estava desconfiando há algum tempo, tive a confirmação pois acabei sendo trocado. Isso foi há mais de 2 anos atrás. Sinto que desde então eu nunca mais consegui confiar em outra pessoa. Tive uma vida de solteiro bem normal depois disso, quase 2 anos tendo apenas encontros casuais e um ou outro lance mais sério. Meu namoro atual é de 8 meses. No início eu não tinha ciúmes algum, pelo contrário, eu nem sequer encanava com isso. No entanto, foi só minha namorada fazer uma brincadeira um dia, sobre traição e tal, que as lembranças do meu último relacionamento vieram a tona e aos poucos vi os ciúmes se instalando dentro de mim e, por mais que eu reconhecesse isso, não conseguia fazer nada a respeito. Meu pensamento ficou viciado. Fico procurando pelo em ovo, buscando nas entrelinhas das coisas que minha namorada me diz, algo que não existe. Eu tenho dificuldade em discernir o que é real e o que é coisa da minha cabeça nesse sentido. Sinceramente, eu não sei se minha dificuldade em confiar é nos outros, ou é confiar em si mesmo.
Estou em busca de tratamento psicológico pois tenho plena noção que os ciúmes que eu tenho são insustentáveis a longo prazo. Gostaria de saber das experiências de quem já passou por isso e buscou ajuda. Como foi o tratamento? Vocês conseguiram mudar? Os ciúmes desapareceram? Conseguiram tocar o relacionamento depois disso? Queria apenas saber que isso é de fato possível de ser mudado, isso já me aliviaria e muito a consciência.
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2019.09.15 19:11 YareYareDaze007 Minha "breve" história amorosa

Essa História que será aqui contada, nesse livro, é a jornada de um garoto chamado Giovane, um garoto quieto, de poucos amigos, porém muito estudioso, sempre tirava boas notas na escola. E é exatamente lá que nossa história começa.
No ano de 2017, nosso protagonista está sentado tranquilamente em sua mesa, na sala de aula, quando repentinamente ao olhar de relance para a porta, ele percebe alguém entrando, mais especificamente uma garota, uma linda garota, que instantaneamente desperta o encanto de Giovane. Vale lembrar que naquela época, ele era um garoto de 13 anos, sem nenhuma preocupação além de vídeo-games e estudos, mas tudo aquilo estava prestes a mudar. Naquele momento, ele havia descoberto o amor, que muitas vezes pode ser comparado à uma benção ou maldição. Ao ver a garota de nome desconhecido entrar, Giovane logo ficou surpreso com tamanha beleza, porém no momento não fez muita coisa. Apenas voltou aos estudos e tentou não pensar muito naquilo, porém era quase impossível, a cada conta que fazia, a cada texto que lia, a imagem da garota continuava a aparecer em sua cabeça. O que era muito ruim, considerando o fato de Giovane sempre dar muita importância aos estudos, aquilo estava o atrapalhando. Mas logo o nome da garota foi revelado: Sabrina. Giovane ouvira a professora dizer esse nome na chamada e viu a garota responder.
Não demorou muito para ele se dar conta do que havia acontecido. Ele sabia que estava sob o efeito da droga mais poderosa que existe: O Amor. E para o amor não existe cura, apenas o tempo, que foi justamente o que decidiu fazer: dar um tempo e ver o que acontecia. Giovane Não tinha ideia de como os eventos se desenrolariam dali em diante, não sabia o quanto sofreria pensando nela.
Passado algum tempo, cerca de 3 meses, e o amor de Giovane por Sabrina continuava aumentando, como uma fogueira que é atiçada pelo vento. No entanto, uma dúvida ainda pairava sobre sua cabeça: O sentimento era recíproco? Sabrina via Giovane com outros olhos? Ele não sabia, e isso estava o enlouquecendo.
Um mês depois do acontecimento anterior, ele havia pensado em uma maneira de acabar com suas dúvidas, era o único modo que nosso protagonista havia pensado: Falar à Sabrina sobre seus sentimentos. Porém, Giovane era um garoto extremamente tímido, o que deixava essa hipótese quase impossível. Ele tinha medo de contar o que sentia e não ser correspondido, ou ainda pior, ser ridicularizado pelas pessoas ao redor da escola. Chega o fim do ano e Giovane não havia conseguido se declarar. "Meu Deus, mas e se ela não estiver aqui o ano que vem? " Pensava.
2018, início do ano. E para sua surpresa, ele estava na mesma sala que Sabrina. Seria o destino dando uma segunda chance a ele? Talvez. E como dito anteriormente, seu amor não diminuía, apenas crescia dia após dia. Nosso protagonista tem 14 anos agora, muito mais maduro, certo? Errado! Ele continuava com uma ideologia de " deixar o rio fluir ", ou seja, não fazer nada e deixar que o destino cuidasse do resto. Claramente essa tática não deu certo. Porém, Giovane possuía um amigo chamado Marcos, cujo qual se dava muito bem com as mulheres. E fui justamente a ele que Giovane foi pedir ajuda. E acontece que Marcos era realmente bom no que fazia, e milagrosamente conseguiu fazer Sabrina se aproximar consideravelmente de nosso protagonista, que estava pensando sobre a vida e as decisões que havia tomado e aparentemente não interagindo com Sabrina, o que fez Marcos aparecer e talvez ter causado o maior arrependimento da vida de Giovane. Ou não? Marcos chegou conversando com ambos e acabou deliberadamente por falar que Giovane estava apaixonado por Sabrina, o que deixou nosso protagonista completamente paralisado, como se tivesse visto um fantasma, sem nada para dizer, como se tivesse visto a morte cara-a-cara. E Sabrina pareceu incrédula do fato, tanto que até se levantou da cadeira na qual estava sentada e estava se dirigindo a seu lugar, quando Marcos a parou e tentou argumentar com ela, mas nada parecia dar certo. Enquanto isso, nosso protagonista continua sentado imóvel na mesma posição que havia começado a conversa. Passados cerca de 3 minutos, Sabrina chega à mesa de Giovane e pergunta:-O que aconteceu?
-Nada. Diz Giovane
-Você está com cara de bravo. Foi alguma coisa que eu fiz?
-Não, não foi nada.
E Sabrina sai daquela mesa e volta para a dela.
A partir daquele dia, Giovane se tornou outra pessoa, alguém completamente novo. Ao invés do garoto alegre e piadista de sempre, ele havia se tornado alguém quase depressivo, não falava quase nada, passava horas parado pensando na vida, não fazia mais tantas piadas. Até o dia 10 de agosto de 2018, quando ele decide que não vale mais a pena sofrer tanto por conta de falta de coragem. Na escola, durante a aula de geografia a lição era fazer um mapa-múndi e foi o que nosso protagonista fez, porém Marcos tinha um plano para ambos ganharem nota apenas com o esforço de Giovane, que aceitou ajudar já que poderia precisar de algum favor de Marcos algum dia. E foi um plano, absurdamente bem bolado, executado com maestria e finalizado com êxito.
Na noite daquele mesmo dia, Giovane decide cobrar a ajuda que ofereceu à marcos. Mandou uma mensagem para ele e combinou que iriam executar um plano para que nosso guerreiro Giovane tivesse a coragem de se declarar à belíssima donzela Sabrina. Marcos a convenceria a segui-lo e passaria por um local combinado, onde Giovane apareceria e abriria seu coração para ela, acabando de uma vez por todas com isso, do jeito bom, que Giovane sairia com uma namorada e se livraria de sua tristeza ou do modo ruim, que era o que Giovane achava mais provável, onde ele seria completamente rejeitado e jogado à depressão para sempre, porém esquecendo de Sabrina. Nada poderia impedir esse plano de funcionar.
Exceto uma coisa: O esquecimento de Marcos que não conseguiu atrair Sabrina até o local combinado, o que fez com que Giovane saísse vagando pela escola envolto em seus pensamentos, e andando sem parar, para praticar pelo menos de alguma maneira, algum exercício, contudo ao fazer a volta na escola várias e várias vezes, no caminho Giovane se deparava com Sabrina andando com uma amiga e seu namorado, e durante algumas dessas vezes ele pôde ouvir claramente a amiga de Sabrina dizer: " quem quer catar a Sabrina? " Duas vezes na mesma hora em que ele estava passando e ainda ouviu mais uma última vez: " Ela está se doando ". Giovane estava começando a ligar os pontos, tudo começava a fazer sentido em sua cabeça. A vontade dele era alterar o curso de sua caminhada e abrir seu coração a ela, porém se fizesse isso, ele estaria desperdiçando um favor de Marcos, então Giovane Simplesmente continuou sua jornada de volta à sala de aula. Ele estava prestes a descobrir o significado de tudo que aconteceu.
No final daquele dia, Giovane decidiu perguntar à marcos se ele havia se esquecido. E de fato ele havia, no entanto se ofereceu para fazer o mesmo plano no dia seguinte. Giovane concordou.
Terça-feira, 14 de agosto de 2018, nosso protagonista vai para a escola apreensivo pensando em como vai ser, no que ele vai dizer..., mas durante a aula de história, nosso herói percebe que Sabrina estava muito impressionada com o professor novo. Estaria ela realmente afim do professor? Ou seria apenas uma brincadeira? Ele não sabia e isso o deixava apreensivo. Na próxima aula, a de matemática, a professora havia mudado Sabrina de lugar. E coincidentemente, o lugar que ela foi designada era bem perto do lugar de Giovane. Seria esse o destino colaborando mais uma vez para que tudo desse certo em sua vida?
No recreio, tudo estava combinado com Marcos. Só lhe restava sair da sala e seguir com o plano. Acontece que um amigo de nosso protagonista, conhecido pelo codinome Sem Mão, decidiu segui-lo e ver o que aconteceria e como acabaria. Giovane conta o plano à Sem Mão, que fica impressionado e diz que aquele plano era como fazer roleta russa com 5 balas. No entanto, Marcos demorou muito para fazer o plano e quando fez, não fez corretamente: Ele simplesmente disse para Sabrina que Giovane gostaria de conversar separadamente com ela, enquanto nosso protagonista apenas passava por ela e ia direto ao banheiro, pois estava muito tenso. Acaba o intervalo e Giovane se dirige à sala de aula. Na última aula, logo em seguida da de educação física, todos voltam para a sala e se preparam para a aula de matemática e provavelmente a coisa mais inesperada desse livro acontece: Ele pensando na vida como sempre, consegue ouvir Sabrina e Vinícius, um outro colega de sala, discutirem sobre voltar ao lugar anterior deles, e de repente ouve ela dizer que aquele lugar era bom porque ela conseguia ter uma boa vista de uma coisa. Instantaneamente nosso protagonista percebeu que essa "coisa" era nada mais nada menos que ele mesmo, até porque em certo momento dessa conversa ele pôde perceber Vinícius responder: Do G? Que foi logo respondido com uma resposta de Sabrina: Por que você não grita logo de uma vez?! Seguido disso, Vinícius em tom de brincadeira, aumenta levemente sua voz e repete a frase anterior. A teoria das cinco balas de Sem Mão acabara de ser refutada, pois com essas informações, suas chances aumentaram consideravelmente, deixando a arma com apenas uma bala. Estava muito claro para Giovane que Sabrina aparentemente gostava dele, mas não queria que isso fosse exposto. Passado certo tempo da aula, mais uma vez Sabrina diz que é um bom lugar e que ela consegue observar muito bem essa "coisa" e foi respondia por Vinícius: Mas do seu lugar anterior, você também consegue ver. E logo veio a resposta: Sim, mas daqui eu consigo ver mais de perto, logo esse lugar é melhor. Ele sabia que, ou se tratava dele ou de algum de seus amigos que sentavam perto, e estava bem convencido de que se tratava dele. Nesse momento, Giovane estava pulando de alegria por dentro, mas por fora só se via sua expressão mais comum: a de indiferença. Ninguém simplesmente olhando, poderia saber a felicidade que residia dentro de Giovane naquele instante. Ele foi para casa se sentindo renovado e feliz, só não voltou saltitando por motivos de masculinidade. O que aconteceria depois?
No dia seguinte, Giovane não foi para a escola. Ele havia ido ao médico, e como o sistema de saúde do Brasil não é dos melhores, não conseguiu voltar a tempo de ir para a escola. Ainda nesse dia, pela primeira vez ele decide tirar seu bigode e por incrível que pareça, se achou mais bonito e se sentiu deveras confiante em sua jornada. Por volta das 18 horas, conversa por mensagens com seu amigo Sem Mão e lhe conta sobre o que havia descoberto ouvindo aquela conversa, e para desanimar um pouco nosso herói, Sem Mão diz que o "G" mencionado na conversa, poderia ser de Gustavo, outro aluno da mesma sala, mas Giovane prefere acreditar que ela se referia a ele. Logo em seguida, começa a conversar com Marcos, que também fica ciente da situação e diz:
- Ela está brincando com você, cara...
- Não, estou tão confiante que apostaria cinco reais que ela não está brincando!
- Cinco reais? Apostado então! Mas para você ganhar, ela tem de deixar explícito que aceita você. Assim como para eu ganhar, ela deve deixar explícito que rejeita você.
- Claro.
Giovane não possuía cinco reais, nem sabia onde conseguir, mas estava confiante.
16 de agosto de 2018, nosso protagonista aparece na escola e diferentemente do último dia, não parecia tão tenso, parecia até mesmo confiante do que iria fazer. Logo Marcos apareceu:
- Está fechada a aposta de hoje?
- Com certeza!
- Você sabe que vai perder, né?
- Certamente que não, estou tão confiante que nem trouxe o dinheiro, como sinal de que sei que não vou falhar! – Cada frase que nosso protagonista falava, era dita com convicção.
- Se está tão confiante assim, suba a aposta para dez reais!
Giovane pensou por alguns segundos. Ele não tinha esse dinheiro em mãos, mas para mostrar confiança à Marcos e a si mesmo, subiu a aposta.
- Feito!
No instante que disse isso, o sorriso malicioso que habitava o rosto de Marcos fora substituído por uma expressão de espanto. Não podia acreditar que nosso herói estava tão confiante. Porém, durante toda essa conversa na aula, Marcos decide contar à professora de ciências sobre a aposta, e para a surpresa de ambos, ela havia achado uma aposta interessante.
15:30, havia chegado a hora do intervalo, a hora da verdade. Quando pôs o pé para fora da sala de aula, soube que duas coisas importantíssimas estavam em jogo: Seu futuro amoroso e dez reais, que podem não parecer muito, mas na época que o país estava... Ele achava que seria fácil, mas estava muito enganado, pois quando estava fazendo o reconhecimento do melhor lugar para a abordagem, pôde sentir sua perna fraquejar. Depois de dar algumas voltas na escola e consequentemente acabar encontrando com Sabrina no caminho, ele havia achado que estava pronto e quando foi procurar seu alvo em movimento, não o encontrou, no entanto, logo descobriu que ela estava sentada, com sua amiga já mencionada anteriormente. Não havia mais escapatória, teria de se declarar na próxima volta e podia sentir seu coração bater cada vez mais forte ao se aproximar do local. Infelizmente, ao chegar e estar preparado, se depara com mais 4 garotas conversando com Sabrina e sua amiga, o que fez nosso herói alterar o curso e ao invés de parar, acabou seguindo sua trajetória comum. Faria na próxima volta, não importava o que acontecesse, porém, ao chegar novamente e ver que só estavam ela e sua amiga sentadas, não conseguiu. Era como se uma força desconhecida o impedisse.
Bate o sinal para todos voltarem para suas salas de aula e nosso protagonista entra e percebe que teria uma aula vaga, e logo seu lamento em não ter conseguido se declarar, se tornou em forças para tentar agora que não haviam tantas pessoas lá fora. E mais uma vez não conseguiu, até que Sem Mão propõe um desafio: reproduzir um desenho de seu amigo Raul, um cara vidrado em desenhar, e Giovane aceita, pois ficar andando e se lamentando não era a melhor atividade. Chegando onde Raul estava, Sem Mão explica o desafio, porém, por algum motivo Raul pega uma folha e corta em duas, dando uma parte para Sem Mão e outra a si mesmo. Giovane não se importa. Na verdade, parecia não se importar com mais nada depois de ter fracassado em conversar com uma garota. Sem Mão reproduz um desenho de um homem com terno roxo e gravata que Raul havia feito. A única diferença, no entanto, foi que sua reprodução ficou parecendo o cruzamento de um desenho de uma criança sem talento com um feto malformado em um pote com formol. Após isso, aparentemente Sem Mão ficou tão entediado quanto nosso protagonista e decidiu voltar a andar, quando de repente veem Marcos e o namorado da amiga de Sabrina tentando tirar a namorada de Marcos e a amiga de Sabrina de um banco no qual estavam todas sentadas. Giovane pensou que poderia ser Marcos querendo ajudá-lo a conseguir, mas qual seria sua motivação além de perder dinheiro? E eles conseguiram tirar as garotas do banco, deixando Sabrina sozinha, que decidiu levantar e começar a andar, mas nosso herói não pensou em abordá-la, simplesmente não tinha a coragem para isso. E acontece que ele era um cara muito corajoso quando se tratavam de brigas e tudo mais (até enfrentou um bando de garotos que estavam o incomodando uma vez), mas quando se tratava de garotas, ele não sabia o que fazer. Depois disso voltou para a sala a tempo de acompanhar as duas últimas aulas de geografia. Contudo, no final da última aula, Marcos veio conversar com nosso herói:
- E aí cara, cadê meus dez reais?
- Eu não falei com ela, logo não tomei um fora, o que significa que eu ainda fico com meu dinheiro.
- Porra, cara. Qual a dificuldade? É só chegar lá e falar " eu estou afim de você, vamos ficar juntos? " E acabou.
- Se fosse tão fácil assim, eu já teria feito há um ano e oito meses atrás...
- Mas é fácil!
- Não para mim. Me falta coragem.
Então Marcos decide tomar uma abordagem mais agressiva.
- Olha lá a bunda dela como é grande! Você não quer ter isso?
Giovane continuava dizendo que não tinha coragem.
- Olha lá, o cara foi dar tchau para ela e passou a mão na bunda dela! E ela ainda deu risada! Você vai deixar o cara fazer isso com sua futura esposa?
O sangue de Giovane fervia, como se ele mesmo fosse explodir a qualquer momento, mas ele era um cara calmo e conseguiu se manter normalmente apenas dizendo " calma e tranquilidade " a si mesmo enquanto Marcos dizia:
- Se amanhã você não conseguir, você vai ter de dizer para todo mundo que você é um merda e eu sou superior!
- Okay, já me considero um merda normalmente...
Mas aquela conversa lhe deu forças para o que ele faria no dia seguinte.
Dia 17 de agosto de 2018, nosso herói está prestes a sair de casa, enquanto seu pai assistia tevê, e de relance, pôde ver a notícia mais bizarra que já havia visto em toda a sua vida: " Homem-Aranha do crime " que aparentemente era um ladrão que escalava prédios tão bem que recebeu esse nome.
Chegando na escola, pronto para fazer um trabalho de artes, acaba descobrindo que haveria outra aula vaga, já que sua professora tinha faltado, o que o deixou feliz e enraivecido. Quando já havia saído da sala e estava andando pela escola, começa a falar com Sem Mão desse livro que está sendo escrito agora mesmo.
- Vai ter muita coisa nesse livro!
- Essa conversa também?
- Provavelmente, já que eu vou colocar qualquer coisa que pareça insignificante o suficiente no lugar de alguma informação que seria crucial, ou seja, essa conversa vai direto para ele.
- Bem, isso não seria meio que...
- Um Inseption muito foda!
- Eu ia dizer quebra da quarta parede, mas Inseption também está valendo.
- Não é bem uma quebra da quarta parede. Eu só estaria fazendo isso se eu dissesse: " Ei, você aí que está lendo esse livro, como é que você está? "
- É, realmente...
Ao andar, se deparava algumas vezes com Sabrina andando com Marcos e outra pessoa não apresentada anteriormente: Kauã. Em algum momento, Marcos tentou parar Giovane o empurrando e lembrando que ele tinha de concluir sua tarefa naquele dia, ou então seria um fracassado.
- Você tem até hoje para conseguir.
- Veja bem, meu amigo, até a meia-noite ainda é hoje.
E essa foi uma sacada bem esperta, tenho que admitir. Enfim, nosso protagonista continuou andando um pouco até que...
- Giovane! Chega aqui! – Disse Marcos aos berros sentado em um local perto de uma árvore.
- Porra... – Disse Giovane.
E foi andando até chegar a ele.
- Que foi, cara? – Perguntou em tom de desânimo.
Eu preciso que você tire uma foto.
" Uma foto? " Pensou Giovane, achando que poderia ter um esquema armado por Marcos.
- Ok, vamos lá!
E foram caminhando em direção à uma outra parte da escola. Quando chegaram, nosso herói se pôs em posição e segurando o celular de Marcos, estava pronto para fotografar. Enquanto olhava para a tela do celular, podia ver Sabrina e sua beleza, ao mesmo tempo que pensava " Caralho, eu sou um merda meu irmão! " E tirou a foto. No entanto, o que não sabia, é que quando já ia se retirando do local, Marcos o chamou e disse:
- Não, cara. A gente só quer que pegue essa parte da parede.
- Ah, ok.
E novamente estava em posição observando Sabrina pela câmera, e logo tirou outra foto. E dessa vez, conseguiu voltar à sua rota sem ser chamado mais uma vez. Andava e andava, sem rumo, sem destino, sem coragem, quando com sua super audição pôde ouvir Sabrina discutindo com Marcos, atrás dele.
Ouvindo isso, ela decide desafiar Marcos para uma briga, e ele logo se acovarda. Como Giovane, ele não tinha coragem. Quanta hipocrisia, não é mesmo, caro leitor? No entanto, ele logo teve uma ideia.
- Vai lá e usa essa raiva no Giovane!
E Giovane continuava andando na frente apenas ouvindo essa conversa, quando foi chamado.
- Giovane! Chega aqui!
E lá ele foi conversar com ele.
- O que foi dessa vez?
- A Sabrina quer te dar um soco.
Mas ela não queria.
- Não, eu não vou! – Disse ela.
- Por que não? – Perguntou Marcos
- Porque eu estou com raiva de você, não dele!
Mas depois dessa breve conversa, Giovane notou um olhar de Sabrina dirigido ao nosso herói. Sabrina realmente teria olhado para ele da forma que imaginava? Ou só estava ficando louco? Descobriria tudo isso em breve...
Dia 18 de agosto de 2018, sábado, por volta das 22:30 da noite Giovane é contatado por Marcos com uma mensagem:
- E aí, cara?
- Opa.
- Tudo beleza, cara?
- Tudo de boa.
- Então, cara... eu acho que você perdeu a aposta.
- Não, pois a aposta não tinha prazo. A única coisa que tinha prazo era eu dizer que sou um merda e a sexta já passou, então você foi enganado...
- Aí é que está, meu amigo quem está se enganando é você mesmo. O único que está sofrendo por amor é você.
- Sim, mas ainda assim, a cada dia minha coragem vai aumentando...
- Não se iluda meu pobre amigo. Esse seu coração não merece sofrer!
- Eu estou apenas contando os fatos.
- Não ame aquela garota, ela não merece você.
- Se fosse tão fácil assim... E você não vai me fazer desistir, porque sou brasileiro e brasileiro não desiste nunca!
- Entendo, apenas não quero que sofra por algo que não tem futuro.
- Eu já sofri para caralho, eu tentar isso não vai aumentar a dor que eu sinto por não estar ao lado dela.
- Você realmente quer isso, não quer?
- Sim, porra!
- Para que você possa ver que eu não estou mentindo. Eu nunca disse isso para você, porém... eu realmente não tenho nada para fazer.
- Etcha porra!
- Sim, essa foi a única palavra que você nunca me ouviu dizer.
- E qual seria? – Perguntou Giovane apenas para ver Marcos admitindo que estava tão perdido quanto ele.
- Eu não sei o que fazer.
- Ca ra lhou.
- Por conta dela, não tem muito o que fazer.
- Isso mostra que é um caso absurdamente difícil.
- Sim, porém não impossível.
- Até porque nada é impossível, exceto o Palmeiras ganhar um Mundial. Isso é impossível.
- Kkk verdade. Como eu já vi que você não vai desistir da Sabrina...
- Certamente que não.
- Eu vou pelo menos tentar ajudar.
- Que bondoso.
- Porém, como nada na vida é perfeito, eu vou usar minhas técnicas...
- Caralho. Tenho trauma dessas técnicas.
- Pode apostar! Até porque, eu aprimorei elas...
- Acho bom mesmo, kkk
- Porém não foi para um lado bom! Foi para um lado mais extremo.
- Puta merda.
- Eu já pensei no que vou fazer. Funciona muito em filmes e novelas.
- Diga-me.
- Vou trancar vocês dois, em algum lugar sozinho.
- Caralho. – Giovane já sabia que aquele plano não iria funcionar, porém decidiu ouvir até o fim.
- Vai ser perfeito. Você vai ver, aí é por sua conta. Na verdade, a parte mais difícil sempre vai ser para você.
- Eu estou com um certo medo do que pode acontecer.
- Ela pode falar tudo que sente por você, ou ela pode ficar de fato com você.
- Ou pode não acontecer nada.
Depois de um tempo de conversa Marcos se convenceu de que seu plano não era dos melhores. Até que disse:
- Eu te ajudo e você me ajuda. Eu te ensino o que sei, e você o que sabe...
- O que exatamente você precisa?
- Eu quero saber como você pensa tanto e quero saber como você é tão concentrado, etc....
- Caralho, sério?
- Sim.
- Ok, aqui vai. Não tem segredo: Você só tem que pensar que sua vida dependesse daquilo. Mas, o lance de ser pensativo, acho que é porque eu não tenho muito o que fazer, apenas pensar.
- Ótimo!
- Espero ter ajudado.
- Ajudou sim, muito obrigado. Agora o que você precisa?
- Fora o lance da Sabrina, nada.
- A melhor opção seria chegar nela em alguma hora em que ela estivesse sozinha ou falar que é uma conversa em particular.
- Sim, o lance é que eu preciso de coragem.
- Quer saber, você transmite confiança. Algo que eu queria muito transmitir.
- Só reprimir suas emoções e mostrar nos momentos mais cruciais.
- Como assim?
- Você nunca sabe se eu estou feliz ou triste, certo?
- Certo.
- Mas as minhas emoções mudam. Tudo que eu faço é mostrar o que eu quero que os outros vejam: A minha cara de indiferença de sempre.
- Porra.
- É basicamente só isso.
- Valeu, cara.
- Você me ajuda muito, estou retribuindo.
- Muito obrigado. Mesmo, cara.
- Não há de quê.
Dia 19 de agosto de 2018, Marcos envia uma mensagem por volta das 21:00 para Giovane:
- Cara, estamos na mesma situação. Eu me apaixonei e ela não dá bola para mim. Fudeu, eu me apaixonei. Isso não é natural no universo.
- Vamos conversar.
- Fudeu.
- Você se fodeu.
- Sim, Fudeu. Eu me apaixonei e isso não é normal da porra da natureza! Eu sou Marcos Ribeiro, não posso me apaixonar!
- Agora sente o que eu sinto há quase dois anos. Não é fácil quando é com você, né?
- Literalmente não. Mano, ela é maravilhosa e não me dá bola. Nem com meus truques e experiência não consigo.
- Você sabe que se eu conseguir ficar com a Sabrina e você não pegar essa mina, o mundo deu uma puta volta.
- Sim.
- Algo de errado não está certo.
- Nem um pouco. Mas, mano ela é perfeita! Pensa na Sabrina e multiplica por 20.
- Impossível!
- Juro.
- Para mim não existe nenhuma garota na face da terra que se compare à beleza da Sabrina. Acho que o amor faz isso...
- Mano, Fudeu. Eu me apaixonei. Pera aí...
- Eu poderia ser muito cuzão e não ajudar, mas você tentou me ajudar, então farei o que puder.
- Pronto. Não sou mais apaixonado.
O amor não é brincadeira de criança, é coisa séria e não se livra do amor tão rapidamente. E Giovane sabia disso, então ou Marcos não estava apaixonado desde o início, ou ainda estava apaixonado ou talvez estivesse inventando tudo aquilo.
- Ata kkk.
- Sério, passou. Eu me controlei.
- O amor vai e vem como uma montanha-russa.
- Não. Não comigo.
E foi então que nosso herói se preparou para fazer um dos melhores discursos de todos os tempos.
- Você pode ter esquecido agora, mas vai pensar nela de novo. E aí fodeu. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi é que você tem que insistir...
- Não. Foda-se.
- ... até não ter mais forças. Você não vai esquece-la, apenas aceite o destino. Se você não tentar, alguém vai e você vai ficar muito arrependido. Então você não vai desistir, porra! Logo você, o cara que me incentivou a correr atrás da Sabrina, não pode simplesmente desistir. Essa pode ser a mulher da sua vida, então você teria que ser muito burro para deixar de tentar. E é por isso que você vai correr atrás dela.
Esse foi um puta discurso. Foi tão bom que parece que foi redirecionado a si mesmo e deu forças para ele fazer o que faria amanhã.
Dia 20 de agosto de 2018. O que nosso herói fez? Nada! Até tentaria falar com Sabrina, mas o problema é que não a via. Ficou todo depressivo por passar mais um dia sem conseguir e foi para casa. Chegando lá, sente uma certa fome e decide fazer uma omelete. Uma coisa que deve ser dita anteriormente, é que independente de quanta pimenta do reino colocasse, não conseguia sentir a picância que deveria. Fazendo a omelete, coloca pimenta do reino e seus dedos ficam sujos. Logo vem seu pai, com uma má intenção.
- Lambe a pimenta aí para você ver que não arde quase nada.
Giovane confiava em seu pai então provou e por um segundo pensou " nossa, não arde mesmo ", mas estava muito enganado e arrependido, pois depois de dizer isso, pôde sentir sua língua queimando como carvão em brasas, então pensou " vou tomar um copo de leite e estará tudo resolvido ", acontece que no momento a caixa de leite que estava na geladeira, havia acabado e Giovane teve que esperar cerca de trinta segundos de pura dor e sofrimento até conseguir abrir outra caixa de leite.
Esse pequeno conto não interfere em nada nossa história, mas achei que deveria ser compartilhado.
Quinta-feira, 23 de agosto de 2018. Nosso herói já está na escola durante a terceira aula, esperando o sinal para o intervalo. Ao ouvi-lo, Giovane, como sempre, começa a andar em voltas, porém, mais uma vez se depara com Sabrina, mas dessa vez ela não está andando, e sim parada com algumas garotas, o que eliminava completamente a possibilidade de tentar fazer seu plano, então apenas segue seu caminho. Voltando para a sala, ele não sabia, mas sua vida que já era depressiva, estava prestes a ficar pelo menos três vezes pior, por um tempo. Ao entrar e sentar em sua cadeira, pôde ouvir Yasmin, sua prima, dizer claramente que era um cupido, logo em seguida Sabrina conversa com alguém que ele não conseguira identificar, mas ouve a seguinte frase durante a conversa " Eu virei e dei um beijo na mina ". Naquele momento, não sabia o que fazer. Seus olhos começaram a lacrimejar como se estivesse cortando um milhão de cebolas enquanto um anão tailandês chicoteava suas costas. Sentiu que todo o sentido de sua vida havia acabado, sentiu-se como se o chão que estava aos seus pés havia desabado. Para esconder sua tristeza de todos e de si mesmo, Giovane adotou um comportamento bem agressivo, mas enquanto conversava com Marcos ouviu-o dizer:
- Vamos fazer uma aposta amanhã. Tipo os gringos jogam pôquer e apostam salgadinho essas coisas, já a gente que é fudido aposta bala. A gente poderia, sei lá, jogar algum jogo de azar tipo pôquer, truco...
- Eu toparia um truco. – Disse nosso protagonista.
- Ok, então amanhã todo mundo traz bala para apostar e a gente joga um truco.
Chegando em casa, de noite, Giovane decide contar a seus amigos sobre o motivo de ter ficado tão furioso a partir do intervalo, exceto por uma parte que ele não conseguia parar de rir como se fosse um retardado " Bebidas Xabás ". E ao contar para Semeão, ele recebe um discurso motivacional quase tão bom quanto o que havia feito para Marcos.
- Giovane, sabe o que você precisa?
- O que?
- TVNC
- Wtf?
- Tomar vergonha na cara.
- Porra, semeon.
- Criar coragem e ir.
- Sim. Só preciso do meu bigode, ele me transmite segurança.
- Não deixe que coloquem o dedo na sua cara e digam quem você é!
- Minha autoestima começou a subir...
- Virou mó conversa motivacionap. Maldito correto. R.
- Maldito analfabetismo!
- Cara, você é o cara!
- É bizarro que eu nunca pensei que não conseguiria por falta de coragem, mas sim por rejeição.
- Você vai conseguir. Se tiver a lábia mais do que perfeita, você é imbatível!
- Sim, eu só preciso chegar nela.
- E puxar um bom papo.
- Com puxar um papo, você deve saber que eu vou chegar fazendo a proposta.
- Hum, é mesmo?
- Se a porra do Marcos tivesse seguido o plano...
- Então quando você chegar nela, já sabe...
- Agora tenho que ir.
- Vou recobrar o favor do Marcos, mas falous.
- O Kauã está mandando eu jogar com ele.
- Olha só, escravatura, mas falous.
Naquele mesmo dia, ele cobrou o favor e Marcos concordou em ajudar.
Dia 24 de agosto de 2018, na escola durante a primeira aula que deveria ser de artes, mais uma vez é uma aula vaga. Ao andar com Sem Mão e Raul, como sempre nosso herói se depara com Sabrina sentada com algumas amigas. Dando algumas voltas, durante uma delas, ao passar pelo grupo de garotas, nosso protagonista consegue ver claramente Sabrina olhar diretamente para ele por cerca de três segundos. E não era qualquer olhar, era um olhar tão certeiro que não havia a possibilidade de ela estar olhando para algum outro lugar. Esse fator somado às informações que Giovane havia conseguido ouvir ao longo do tempo, lhe dava uma chance de 99% de Sabrina estar afim dele.
Feliz para cacete, depois que a aula vaga acaba, volta para a sala e vai fazendo as lições até chegar a última aula de geografia. Todos haviam se lembrado do que Marcos havia combinado sobre o truco. Mas ninguém trouxe um baralho.
Depois de tudo isso, com sua confiança, nosso herói faz uma das coisas que mais se arrependeria em sua vida, ele decide aumentar a aposta que havia feito com Marcos para 20 reais. Se ele conseguisse, seria ótimo ganhar esse dinheiro, mas Giovane não pensou no caso de não ganhar a aposta, pois estava cego pela ganância do dinheiro fácil. Marcos aceita a proposta e dessa vez foi mais esperto por ter colocado um prazo de dois dias na aposta.
Durante alguns dias, nada de tão importante acontece que deva ser mencionado nesse livro. Isso até o dia 30 de agosto de 2018...
Giovane decide que pediria Sabrina em namoro durante o recreio, mas para isso precisaria da ajuda de Marcos, que concordou em ajudar depois de certas negociações.
É chegado o intervalo e a tensão estava subindo, até porque agora além de Sabrina, 20 reais estavam em jogo, e nosso herói não tinha nem perto disso...
Giovane anda durante o recreio procurando Marcos e acaba o encontrando.
- Então, cara... agora seria uma ótima hora para aquela ajuda...- Disse nosso protagonista.
- Ah, sim claro, claro... A gente só precisa encontrar a Sabrina...
E lá se vão Marcos, Giovane e Thiago (Não o Sem Mão) procurando a garota. Até que Marcos tem uma genial ideia (sem sarcasmo).
- Giovane, faz o seguinte: fica ali na árvore que eu vou ver se eu encontro ela e chamo-a aqui.
Nosso herói concordou com a cabeça e foi se dirigindo à árvore. Chegando lá, não parava de pensar o que iria dizer, até que de relance, consegue ver Marcos caminhando com Sabrina em sua direção. Eles haviam chegado.
- Então, o Giovane tem um negócio para te falar...
"É agora", pensava Giovane. Não havia mais escapatória.
- É então, é sobre o lance que eu ia falar ontem... Sabrina eu sou absurdamente afim de você, e você sabe disso, então... quer namorar comigo?
- Então... no momento eu não estou disponível..., mas se quiser a amizade, estamos aí.
Ele se sentia arrasado, detonado, zuado, fudido, quebrado.
Aquelas palavras ecoaram na cabeça de Giovane, que agradeceu a Sabrina por ter cedido seu tempo e foi embora andando. Por incrível que pareça, ele se sentia libertado. Triste, porém, libertado.
E nossa história termina aqui com um final não tão feliz(ou será que não?).
E com essa finalização, eu agradeço por ter tirado um tempo do seu dia para ler isso.
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2019.07.01 01:38 davidbenehail Relacionamento Direita vs. Esquerda

Pessoal, alguém se relaciona (namoro, noivado, casamento, etc) com alguém que está na ponta oposta do espectro político que você se identifica?
Na polarização política atual no Brasil me refiro especificamente em um casal onde um seja "pró-governo" ou integrante do movimento bolsonarista-olavista e outra pessoa que grita Lula Livre e todo o penduricalho ideológico amarrado nisso.
Será que conviver diariamente e conversar sobre política é algo que a longo prazo pode destruir o relacionamento?
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2019.01.07 19:33 libertbutts 10 Dicas Infalíveis Para Conseguir Um Namorado Rico

10 Dicas Infalíveis Para Conseguir Um Namorado Rico


Amor Eterno!
Ninguém gosta de gente que só reclama; tenha certeza, seu esposo odeia reclamações, se for contra ele pior ainda. Vá atrás do que você quer, ao invés de aceitar que te dão por ter medo de dar a cara a tapa. Mas evite sempre discussões com homem e não seja sempre do contra, deixe sua opinião clara sem tentar passar por cima dele. Converse sobre a bíblia e veja se ela tem conhecimento e sabe como deve ser um relacionamento cristão.

Letícia serve tanto para reconquistar quanto para conquistar.. Ou Seja, são frases para você ter os homens em suas mãos! Não fique tão preocupado se parceiro ou parceira ainda olha perfil do ou da ex. Eu mesma olho, mais por curiosidade sobre familiares dele que conheci e de que gosto”, conta a Luiza.

Mais apaixonada fiquei, mas não desisto nunca tenho certeza q um dia vamos ficar juntos eu sofrendo ou não. Ele também me deu um teste para ter certeza de seu trabalho e ele me garantiu que meu marido vai voltar para mim em menos de 7 dias, quando ele terminou com seu trabalho.

Antes de tomar um passo grande como esse é preciso que a mulher crie momentos agradáveis e até mesmo situações em que faça que homem sinta feliz ao seu lado e deseje sua companhia dia após dia. Colher pela manhã uma teia de aranha ainda orvalhada, pressionando um lenço vermelho contra ela.

Passo pela mesma situação que vc. Namoro a 4 anos e 7 meses e meu namorado falava de noivarmos quando ele passasse num concurso público. Para que um homem demonstre interesse legítimo a mulher precisa estar bem consigo, afinal, ninguém consegue fazer outra pessoa feliz quando possui problemas internos.

Desde encontro com um homem até se envolver em um relacionamento de longo prazo, a arte da conquista é algo que todas as mulheres devem aprender e aplicar a cada dia. No final das contas, se a relação não tá dando certo, não é forçando pino quadrado no buraco redondo que a coisa vai funcionar.

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2019.01.07 18:09 cocacolacomcafe Depois de 9 anos, eu me formei

Faz muito tempo que não escrevo aqui, estive ocupado com alguns planejamentos sobre o que eu faria se "tudo desse errado". Sempre tive problemas relacionados ao desempenho escolar e isso me acompanhou durante o meu curso também. Os primeiros 3 anos de faculdade foram relativamente tranquilos, eu passava nos exames finais e a vida seguia. Até que terminei meu namoro de 5 anos.
Desde então ficou eu e somente eu. Com 21 anos me senti desconectado de uma pessoa que esteve comigo durante toda a minha juventude e adolescência, éramos amigos desde os 13 anos de idade. Quando muito novo, eu não conseguia falar o R das palavras durante a fala, e lembro de ter me esforçado muito pra aprender a pronunciar a porra do R unicamente pra poder falar o nome dela certo, porque se não ela não ia ser minha amiga. Eu devia ter uns 7 anos naquela época. Foi essa a pessoa que eu abandonei.
Depois do término eu estive a beira da insanidade durante meu curso, sofri com depressão, pensamentos suicidas, pais depressivos e problemáticos, desmotivação, dívidas, insegurança e uma auto-sabotagem absurdamente exagerada. A maioria destes problemas já me acompanhavam de bem antes, mas eu tinha mais força pra seguir de cabeça erguida enquanto tinha uma pessoa, por quem eu me importava muito, do meu lado. Quando eu saí pro mundo social descobri outro grande problema: eu não sabia viver em sociedade.
Não sabia puxar assunto, não sabia manter contato, odiava (e ainda odeio) conhecer pessoas novas, achava (e ainda acho) insuportável a futilidade de algumas conversas, mas me permiti bastante pra deixar isso fluir. Ter paciência talvez foi a chave, eu já quase fui pro hospital uma vez que dei um soco na parede de raiva quando estava sozinho em casa, mas nunca descontei isso com ninguém, nem em quem era responsável pela raiva que eu sentia. Descobri que a arte de socializar melhor é se permitir e aceitar o fato de que pessoas são pessoas e elas vão sempre querer contar algo sobre a vida dela (como eu to fazendo agora), ou contar vantagem de alguma coisa, etc, etc. Então aprenda a ouvir e aprenda ainda mais a relevar, relevar como aprendi a relevar pessoas que me estressaram e me colocaram na beira de um surto. Essa é a arte. E saiba: quando você estiver afim de socializar, não tem ninguém mais inteligente ou mais burro, mais bonito ou mais feio, mais isso ou aquilo, essas são definições e conclusões pra você manter na sua cabeça na hora de saber quem você deixa ou não entrar na sua vida. Quando for conversar com alguém desconhecido, não fica tentando traçar características. Deixa a conversa fluir, deixa a pessoa ser quem ela é, você vai ficar surpreso com o resultado a longo prazo. Mas é lógico, mantenha o bom senso, tem pessoas que não valem nem 3 minutos da sua atenção e essa é a questão: você não é obrigado a conversar com ninguém, você só é obrigado a manter o respeito.
A vantagem desses problemas pessoais é que aprendi a lidar com a minha própria mente, aprendi muito bem por sinal, hoje tenho um círculo de amizades relativamente admirável e planejamentos futuros dentro e fora da minha área profissional. Terminei o curso e tô empregado? Não. Muito pelo contrário, voltei a depender dos meus pais (que não possuem condições nenhuma), mas não abaixei a cabeça e relevo a vergonha porque sei que esse perrengue que vou fazer eles passarem hoje, vai ser recompensando. Quando? Não sei, mas vai porque vou continuar tentando e é isso que importa.
Agora falo com segurança que você pode estar preocupado sobre o rumo que a sua vida tá tomando e talvez não saiba se você consegue segurar as pontas ou não, porque ninguém sabe mesmo. Garanto pra você que você consegue sim, desde que não abaixe a cabeça. No começo do meu oitavo ano na faculdade, eu andava de cabeça baixa porque tinha uma vergonha imensa de mim. Eu achava que todos deveriam me olhar e falar "olha lá o cara que vai jubilar", ou "hahaha, oh o vagabundo aí, os pais bancando e ele deve tá na faculdade só zoando". Pensei em desistir do curso, mas eu precisava entregar esse diploma pros meus pais e pro meu irmão, mais como uma prova pra falar que o esforço deles em me manterem aqui não foi jogado fora.
E falo a real: só tô vivo hoje porque aprendi a relevar, a ser mais ignorante e um pouco mais egoísta. Entender que a vida tem dessas e saber como se martirizar. Eu me martirizava muito, me chamava de burro, achava que eu era preguiçoso, etc. Hoje eu ainda me acho burro, mas ao invés de focar a energia no meu lamento, eu tento sempre fazer alguma coisa diferente todo dia. Às vezes a gente desiste da gente mesmo sem nem notar, por isso que eu me esforço pra sempre fazer algo por mim todo dia, esse texto foi uma das coisas que eu escrevi por mim.
Escrevi porque eu me formei e parece que a minha ficha não caiu, eu não pareço me agradecer por isso. E eu tenho consciência de que isso é errado, porque era o meu principal plano de vida e ficar neutro depois de passar por tudo que passei e ter um episódio de conquista assim é normal? Não, não é, eu sei disso. Então eu resolvi escrever aqui pra poder rever minha vida até esse ponto e garanto pra vocês que to finalizando esse texto com um alívio muito maior, incluindo um breve sorriso no rosto. Poderia ter o quadruplo de texto aqui, mas isso foi o suficiente pra fazer eu me sentir melhor.
Quando não souber o que fazer, se não tiver ideia de quem você é, sentir que tá perdido, ou que tem um problema sério: escreva. Pode ser de qualquer jeito, mas escreve. No fim de tudo, foi isso que me salvou. Foi isso que fez eu pegar meu diploma depois de 9 anos. Foi isso que me fez rever melhor alguns momentos da minha vida que não aproveitei quanto tanto deveria, e foi isso também que me fez ver que algumas vezes me martirizei por demais.
Outra dica que deixo: tudo realmente passa. a tempestade demora, mas sempre acaba. Às vezes não vale a pena a gente nadar contra a correnteza muito tempo, se deixe descansar um pouco. E sua cabeça existe pra ser mantida erguida, não baixa, só baixa a guarda. E bola pra frente.



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2018.08.20 05:13 jokflim Relacionamentos

Me peguei pensando recentemente se os relacionamentos (namoro, casamento) trazem algum benefício na vida mesmo, o que estive pensando no caso é o seguinte. Quando estamos solteiros, avançamos em áreas da vida de forma absurda em conhecimento e estudo, porém quando conhecemos alguém ou estamos em relacionamentos específicos ficamos estagnados de uma forma absurda, como se tudo na vida andasse porém tu não andasse.
Não posso ser o único a ter essa visão em relação a isso. Se trazem benefícios a longo prazo, quais seriam? Talvez me falte um outro ponto de vista.
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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2016.09.02 16:30 tgo1014 Meus relacionamentos parecem sempre cair na mesmice

Não sei se idade importa, mas tenho 21 anos.
Estou no meu terceiro namoro e, novamente, depois dos seis meses, não me sinto totalmente satisfeito como no início.
E não digo isso de forma sexual.
Parece que a magia acabou, da mesma forma que aconteceu com os outros dois.
Eu gosto dela, combinamos em muitas coisas. Coisas que eu antes achei que seria difícil encontrar alguém que gostasse também. Mas isso não pareceu o suficiente.
Imagino que relacionamentos de longo prazo, incluindo casamentos, essa magia com certeza não é a mesma do primeiro encontro.
Outro ponto é que a ando com muitos planos ultimamente, coisas pessoais mesmo, como estudar música, fazer academia e estudar pra mudar de área no início do ano que vem. O que reduziu nosso papos por mensagens, que antes duravam o dia inteiro, a bom dias, boa noites e gifs engraçados durante o dia.
Todas esses planos estão me deixando exaustos e com pouco tempo pra me dedicar a ela, o que acaba me fazendo preferir ficar em casa pra descansar no fds do que ir vê-la.
Não queria me separar, mas acredito que empurrar com a barriga também não é bom. Talvez, se eu realmente mudar de área, fiquei com mais tempo livre ano que vem. Ou não, quem vai saber?!
As vezes aquela frase cliché faz muito sentido: "O problema não é com você, é comigo". Não sei o que posso fazer pra mudar tudo isso.
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