O homem sentido cosmopolita

a cidadania cosmopolita. Neste sentido, salientou-se a dimensão cosmopolita da. cidadania, a partir de uma epistemologia ... acabada; o homem rejeita esta felicidade, e é justamente esta ... Se o homem não fosse uma criatura Racionável [5] e agisse apenas de modo instintivo, a sua história seria uma história planificada ou se as disposições voltadas para o uso da sua razão não precisassem ser desenvolvidas, isto é, caso o homem agisse desde sempre de maneira racional – como cidadão de um mundo cosmopolita, que só a ... Os primeiros a terem usado o termo cosmopolita foram os filósofos estóicos, os quais se declaravam abertamente cidadãos do mundo. Eram os integrantes de um movimento filosófico, criado por Zenão de Cítio no ano 301 a.C, que deixou à humanidade como legado a sua teoria do conhecimento ou a moral estóica. Cosmopolita é a pessoa que se julga cidadão do mundo inteiro, ou que considera sua pátria o mundo. É uma palavra com origem no termo grego kosmopolítes, em que kosmós significa 'mundo' e polites significa 'cidadão'.. Um indivíduo cosmopolita pode ser alguém que considera o mundo como a sua pátria ou uma pessoa que viaja muito e se adapta facilmente a diferentes culturas e modos de vida. Isto não exclui a necessidade de educação, no sentido de ser o que permite eduzir (tirar de dentro) o que até aí estava em potência. Todas as dificuldades com que o homem se encontra são as ferramentas para, superando-as, se superar a si também, ganhando assim o mérito próprio da dignidade da vida e do bem-estar. De acordo com Kant as ações humanas são regidas por leis gerais análogas as das ciências naturais. Embora em geral, com raras exceções o homem não se da conta que favorece de forma tanto individual quanto coletiva um fluxo natural dentro de suas ações,mesmo que este não haja puramente por instinto.Embora seja uma espécie certa de sua superioridade perante os demais animais ,o homem ... cosmopolita, o Kant-cidadão do mundo, mas, acima de tudo, ... o homem sensato, então, o homem racional, e, ... se contrapõe o sentido escolar de tal conceito (Schulbegriff).

Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

2020.07.05 21:35 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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2020.07.05 21:31 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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2018.04.24 03:15 AntonioMachado [2007] Ulrich Beck - Sociedade de Risco Mundial - Em Busca da Segurança Perdida

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Kant e a história [Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita] Viktor Frankl - Em Busca de Sentido LA BELLE DU JOUR - ALCEU VALENÇA - (1999) O Sexto Sentido -assistir filme completo dublado em ... Alceu Valença - Entrevista - Rock in Rio 1985 Olavo de Carvalho  Separação entre o homem e o Sentido da ... LA BELLE DE JOUR (letra e vídeo) com ALCEU VALENÇA, vídeo ...

(PDF) Cidadania cosmopolita, ética intercultural e ...

  1. Kant e a história [Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita]
  2. Viktor Frankl - Em Busca de Sentido
  3. LA BELLE DU JOUR - ALCEU VALENÇA - (1999)
  4. O Sexto Sentido -assistir filme completo dublado em ...
  5. Alceu Valença - Entrevista - Rock in Rio 1985
  6. Olavo de Carvalho Separação entre o homem e o Sentido da ...
  7. LA BELLE DE JOUR (letra e vídeo) com ALCEU VALENÇA, vídeo ...

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