Verdadeiros letras canção de amor

Amor verdadeiro Amor sem palavras Que chega sem medo Que não se acaba. Deus abençoe Todo este amor Que seja lindo Em teu coração Porque em mim Eu sei Amo você Amo você. Amor verdadeiro Amor que acalma Que bate no peito Preenche a falta. Deus abençoe Todo este amor Que seja lindo Em teu coração Porque em mim Eu sei Amo você Amo você Eu hei de estar! Hei de estar aqui, Te rever com alegria E emoção! Eu hei de estar! E sempre haverá, Em minha vida, Um lugar pra você Gente de casa, Amigos do coração! Hei de estar aqui! Na alegria Ou na tristeza, Tanto faz! Eu hei de estar! Hei de estar aqui, Só pra ver A tua estrela Iluminar o céu! Eu hei de estar! Você vai conseguir ... Nesta página você poderá aprender algumas canções, clique em ouvir no nome da canção. Comente esta página por favor! Caso queira um letra que não está aqui, solicite e tentaremos providenciar. Comentar 1 - MARIA, ÚNICA FLOR 2 - AMOR SEM PRECONCEITO 3 - PERMANECE CONOSCO 4 - FORÇA DA CANÇÃO 5 - ESPERANÇA DE… Mariozan Rocha - Canção de Amor (Letras y canción para escuchar) - É madrugada e eu estou tão sozinho / Tou precisando de você junto a mim / Não sei o que você está fazendo agora / Se pensa em mim e chora Ou está nem Veja as letras de Mariozan Rocha e ouça 'Foi Amor', 'Você Me Leva a Loucura', 'Momentos Verdadeiros', 'Ricardão', 'Eu Duvido', 'Sem você' e muito mais músicas! De repente eu comecei morrer! Você não sabe como, Eu gosto tanto de você, Preciso seu carinho pra viver! Você não sabe como, Eu sofro tanto sem lhe ver, O inverno está mais frio sem você! Tenho perguntado a quem encontro: - Se alguém compreende o que me aconteceu, Mas ninguém entende o desencontro, Que fez o nosso amor envelhecer. Mariozan Rocha - Canção de Amor (Letra e música para ouvir) - É madrugada e eu estou tão sozinho / Tou precisando de você junto a mim / Não sei o que você está fazendo agora / Se pensa em mim e chora Ou está nem

-Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

2018.10.05 02:41 DrkSrk -Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

Oceano
Lago límpido
Hábito pouco apreciativo
Ouvinte aceito,criança plena
Sagrada janela de sonhos tema.

Estruturação de uma mente de poucas memórias
Sendo as tais nada além de bons sonhos
Talvez pesadelos numa cortina de fumo e fogo
Razoávelmente sem emoção alguma
Um Diático Ascítrico Sintético Indigno
Também uma vingança de pouco objetivo
Um Cinético energético caótico Místico
Reação violenta ao que persigo
A Moeda tem dois lados mas as Fatias de uma maçã
Contém ainda mais faces desconhecidas num turbilhão
Avermelhado de variáveis e sintetização
O Magnum Opus de um grande Ser Sensação.
De Poucos Fazem-se muitos
E notas não lhes são necessárias
Uma Oração,um sacrilégio silenciado pelas bocas do vento
Maleficência e eficiência em olhos que não enxergam
Ao meu Ouvir,Pois o ver não me é permitido.
Mente,pois,de suas inebriantes propostas
E Sua língua está pregada a suas próprias palavras
Num Fruto De razões Sobrepostas
Término De um domínio de Pregações Severas
E serpenteante Venenosa Obrigação As Tuas Costas.
De quem é a culpa daqueles que não podem ouvir lamentos?
E Talvez não escutam murmúrios lançados a brasa ardente.
Paraíso Perdido de pouca ternura e Banalização
Ouvir Inconsequente,Chorar Sem Olhos,Comer Sem Boca
Um Tato Sem Mãos,Ou O Paladar Sem língua
Conteúdos de um apologético Mistério
A qual se convém a Poucos e jamais aos que testificam
Sapientes subservientes sementes No Plano Cemitério
Mande as mãos que escrevem a fornalha
Então Devorem as cinzas de sua própria falha
Mortificando-se ao justificar erros cometidos por mãos e
O Homem imperfeito nada presente
Retas numa folha de papel sem cantos
Insuperável erradicação fatalista e cataclísmica do
Absurdo fantástico ao que venera-lhe a Mente
Senão o coração A Que Pouco Bate em uma existência Crítica.

P e r o l a s A o s V e n t o s
S e F a z e m S e n t i r
E m o ç õ e s E M o m e n t o s
P a r a R e f l e t i r

Mente perturbada de poucas memórias
Então conturbada com poucas histórias
Nada compara com poucas vitórias
Também maltratada com lágrimas inglórias
E mesmo assim,mente como mente.
Para tudo e para todos deixou de existir
E seu passo frenético de nada se fez
Rotações aceleradas de olhos cínicos
Tomadas por algo apercebível,clínico
Uma manhã,um sonho de enfim se foi
Rota mística de lugar algum
Balões vermelhos que não fazem sorrir
Acrítico,acrílico,acético,Acscendente
Dominós caindo num sonho inconsequente
A fim de que possas enfim,fechar os olhos e.... dormir.

Homem De Poucas Palavras, a um pertenço e Sozinho estou.
Heliocêntricamente Abdicado de meu brilho
Livre Das Amarras Eletrônicas do Martírio
Ambivalente Ator.
E como Metálico,Me comporto em padrões Conhecidos
Agitado Por Imãs Que me põem em linha.
Como Um gênio,Crio Halos Em Meus Tecidos.
Mas Posso Ser Ametal,E não Obedecer as ordens que Continha.
Por Linhas vejo passar um período de tempo
E cada Grupo De Ossos de minha coluna é Alinhado a disposição
Numerado Em Memórias que me trazem a tona,lhes contemplo
Ao que Atomicamente Me Destilei Da raiva E retomei uma nova posição
Sinteticamente colaborado,feito sob medida,incontável
De Muitos Elementos,Balanceado
Ao que Minha valência significa Primeiro,estável
E De vários átomos Posso Me Fazer em liga atado.
Do Raio Que Convêm da tempestade,me Faço Atomico
E Meu Ser,De Alcalino,Se convêm nobre.
Ionificado,Posso Me Tornar Comico
Ser Denso Como ouro,chumbo,ou até mesmo conduzir como Cobre.

Saboreie o retorno a tua ruína
Angustiante procrastinação que o adocica
Nexo ao que prescrito és
Gravado em tenras rochas o faz eterno
Um retorno a alucinação coletiva
E do eterno o material se evidencia.
Numerosas falhas estritas em seu corpo
Escritas na margem do desgosto
Gema dilapidada e escura como a matriz de um segredo
Rota de erros,esculpida de temor e de abominação
O erro do homem se marginaliza numa escada de sangue negro.

As sete horas,o fogo queimou a todos
Mas as chamas saíram de suas bocas
Navios afundaram no álcool em palavras roucas
E o espírito incandescente avaliou-se de fogo
Silencio ecoou pelas florestas pelas bocas queimadas daqueles
Impios,peões de si mesmos ao que afagava-se a balbúrdia
Ao que caíram suas múltiplas cabeças com a espada da angústia
Com o horror que inflamava apartir deles
Olhos sangrando
Gosto rústico de aço e arame
Nomes supondo
Os olhos rutilantes
Sacrilégio ao gosto de rum e aspartame
Tempo que jamais andou durante a passagem
Incendiados por si mesmos,mortos por si mesmos a sua viagem
Conscientes de sua falha,com o arame a volta de seus pescoços
Ao tempo o tempo anda,ao que vivenciam,compostos.

O tempo onde as folhas caem ao chão
Um momento,assopradas pelo vento da unificação
Tanto eu como o destino sabemos desta data
O dia mais importante de minha jornada
No papel está escrito que devo ser como as folhas
Oceano desesperado,de múltiplas escolhas

Achado como aquele que insiste
Homem de miseria num algo que não existe
Lago de minha memoria que persiste
Incomensuravel falha a que caíste

oxɘlʇɘЯ oxɘn mɘƧ oxɘnoɔƨiᗡ oxɘvnoƆ

"Eu sou como fumaça,e passo pelos vãos de teus dedos.
intragável,escapo pelos furos dos potes onde tu me prendes...
improvável,que me catives ao que deixas aberturas por onde eu possa
passar... mas mesmo assim,mutualmente.....
neste enorme jogo de gato e rato ao que tentas me obter,ao que escapo de tuas mãos... somos um e partilhamos da mesma vontade.....
de ter um ao outro,juntos em uma eternidade."

-Réquiem Para o Meticuloso Capitão-
O capitão navega pelos lençóis de água,Desafiando a maré
Tentando buscar e saber ou entender o que é e porque é
O horizonte é equiparável ao pontilhar de sua bússola
Triunfante e exato num oceano de emoção lúcida
O Engatilhar das âncoras, anuncia o destino então alcançado
Torrencialidade em tempestades secas de areia de todo o lado
O Sol então o cumprimenta com severidade em seu calor
Tua alucinação no deserto mostrará quem deve ser a teu valor
O Deserto o chicoteia com ondas de calor escaldante
Tão somente calor enverga aos olhos o pontilhado do horizonte
O seu barco não existe,castigado pelas areias do tempo
Tampouco ao chapéu e âncoras,rasgadas da ilusão pelo vento

O sonhador em sua partida,lembrou-se dos
Segredos que foram enterrados nas nuvens
Orientação que fora feita com líquens
Natureza sólida ao seu redor
Há de haver algo maior e melhor?
Ao que o mundo é belo a tudo o que vê
Do que contêm-se nas gotas de chuva a previsão,prevê
O tempo que sempre andou e sempre irá andar
Regras para um ardor que jamais cessará

Querubins adornam tuas vestes de maneira impronunciável
Uma alva vestimenta perfeita,sob medida volúvel,palpável
E em caminhar-te ao local destinado,as pedras se movem
Ruas se tornam retas e aos velhos se entoa que são jovens
Um ser cujo destino é agradar aos outros,e jamais a si
Bom grado é o que lhe move e gratificação não busca em ti
Inapto ao grande banquete,do lado de fora remanesce
Mas não importa,pois a tudo tem,ao que convêm a ter vem e tem ao que merece

Câncer de suas indústrias que não cessam
Ao tomar vantagem da produção que almejam
Não se importando com o quanto matam
Cerrando os olhos a indiferença que exalam
E ao vapor do trem,as batidas dos carros
Reacendem as brasas dos malditos cigarros
Indicando descaso com a própria vida
Ganhando as custas de gente sofrida
E com muito desgosto
Na palidez do rosto
O que mata não é pessoas,mas o que elas criam,composto

Entretenho-lhe com entrelinhas da alma
Sobriamente apagadas,repulso a calma
Pelos dedos me esvai a vida
E pela mão me esvai a caneta tingida
Louca,vermelha de sangue ao escrever
Horas e palavras sem sentido ao alvorecer
O ponto do fim já vem depressa.
Do tempo me reserva pouco
O vazio do coração me agracia,oco
Psiquê mexida como as notícias que abalam sua vida
Linha retorcida ao que me espera somente o repouso
Alva e com foice afiada e polida
No pescoço pousa e corta a mim,tem bom uso
O tempo não preza,de levar ao que tudo de novo começa.

Obrigações de ouvir sonhos
Barras de ferro não fecham prisão
Riachos não escorrem por canos de diferentes tamanhos
Indiferença ao ouvir minha atenuante razão
Graças a ele podemos ser
Ao ouvir as gotas de orvalho caírem ao relevo
Coração batendo para que haja o florescer
Ao amor que jamais se esvairá com que escrevo
Obrigação é ser,lutar por,viver e assim então,renascer.

Desejo cegar meus olhos para jamais ver
Ensurdecer meus ouvidos para não ouvir
Saciar minha sede de saber palavras de auto preservação
E assim sustentar
Jogos de dualidade ao que a raiva toma a noite
O dia sendo coberto pela macia seda do tecelão.

Rosas sombrias de beleza inigualável
O sonho ambíguo e inseparável
Sensação única e inexorável
Ao manto de pétalas inexplorável
Sagrados gracejos e som inaudível
No lago de seus olhos pesquei
E fisguei a mais bela das rosas de verão
Ganância tê-la só para mim então
Rasurando minha mente com sonhos que nunca serão
A rosa negra que plantou em meu coração
Será lembrança das coisas que virão.

Azul royal brilho salgado
Zumbido angustiado com o gosto de sal
Um mar ríspido de orgulho e mágoa
Languidos a carcaça esmirrada da falha
Royal,imperador absoluto
Oceano impoluto de escolha e resoluto
Yahtzee cruzado,pouco se sabe ao que lhe atravessava
Ao que o mundo que ninguém contava
Labaredas escondidas a sua boca ao que nada falava.
Maestria na obra - supra sumo
Indignado ao conteúdo que consumo
Sonho que teço em minha teia e resumo
Trabalho ao que pouco anseava o amo
Indico com minhas flechas não o cupido mas o sonhador
Com passos lentos presumo e anseio pelo que vem ser,horror
O mundo de caos e linho ao que as flechas apontam a mirar o marcador
Soberano tecido do céu
O véu que cobre o seu rosto intocável
Berílio pó,chumbo corante
E da noite se faz as cinzas cortantes
Retas que não são se tornam,surreal implacável
Amarelo ouro que entorna,e cessa ao que transforma
No mundo,o ideal
O sonho cranial.
Ao que tecem as aranhas
O que encanta as entranhas
Que os ossos não tornem a voltar ao pó de que surgiram
Uma ambientação que não volte a ser principiada no que resumira
E que se tornara e vira.
Os olhos de conhaque brilharam fraco
Imperador e imperatriz,
Mestre e matriz
Príncipe e princesa,rivais por um triz
E os sonhos mirrados são concertados
Retas e linhas são de volta traçados
Ao que nada e tudo se tornam em um
Da dor que tudo sabe se torna sábio de nenhum
Orador da dor
Realidade impossibilitada de existir no ardor
Dera a mim a mão sombria
E a minha face tornara breve o tecido sonhador,e do tecelão que ainda iria
Realizar sua obra,o magnum opus que se tornaria
A realidade que iria vir,e que seria
Adorada e imprescindível
Ordem nesta casa de injustos
Roedores de pés justos
Dentes rasurados ao que malabares robustos
Emaranhados rútilos
Muitas regras ao que o azul royal dera aos seres sustos

Escrevo por poesia pois é minha maneira única
Semblante não o tenho e contemplo do templo a túnica
Corro de vozes e gemidos em onda sônica
Roo minhas unhas em vertigem crônica
E minhas palavras tornam se verso e música,sinfônica
Variações de uma ambientação disposta a ser,harmônica
Ouço a voz retocar me os ouvidos com audição clínica.

Diga-me o que não sei
Da dúvida se faz rei
Dormente nas mãos alguém
De cãibra se faz ser ok.

As engrenagens tem só uma função
Bater e funcionar como um coração
Cordas e válvulas em acordo entrarão
De certo compondo e terminando,sua nobre função.

Eu falo mais por aqui
Uma convivência sozinha e impróspera é tudo o que tenho.
Falo por mim
Ao que meus hobbies não me ajudam a afastar a solidão
Lá do fundo da psiquê a pioram
O que resta de mim então
Mas o que tenho além de suspiros
Ao que meus braços sequer me obedecem
Indo a ser aplacados por um ser invisível
Só me consome por dentro ao que não me apetece
Por
Outros já dei a voz
Roer o céu de estrelas dentro de uma casca de noz
Aqui é meu descanso e destino
Que ficará aqui comigo para sempre,vespertino
Um emblema do sonho quebrado
Ignóbil e mirrado,atado ao desprezado

Procure as você mesmo
Resuma a busca você mesmo
Oculte-se de si mesmo
Cure a ti mesmo
Una se ao mesmo
Resuma a procura pelo mesmo
E encontrará o motivo de ser o mesmo

Ele coordena a vida por parte
Languidamente admira seus livros e arte
E observa os reinos em seu estandarte.

No que deveria sentir me grato. ao que entende que
Algo morrera,preso a máquina
O que se tornara um andarilho de múltiplas facetas
Que sonhos almeja em sua vitrine
Um doce sossego
E um poeril sóbriamente juvenil?
Realizo a mim a escolha que fiz ao sustentar assim o ego
Ver o mundo como eu vejo não é fácil
Eu é que me ato a natureza a que respiro
Ruidosa mente de pouco cria muito.
Olho para ti e lembro deles.
Porém.... o que é?
O o segredo extasiante me põe a prova
Roo as unhas do saber em apreensão
Do que se faz?
O que busca?
Segredos e respostas talvez muito óbvios
Ouvi a sua história
Lhe agradaria ouvir a minha?

Eu me pergunto
Um dia poderão desejos serem realizados?
Tamanha crença nos leva a lugares nunca antes vistos
Ao que muralhas não nos separam dos sonhos.
Lindo ao que o impossível é derrubado e se troca pelo
Verdadeiro.
Eu sei o que busco e espero que um dia...
Zeros tornem se algo novamente e eu possa sonhar como você.

Muitas letras possuo,muita história guardo
Em minhas inúmeras andanças
Morros subi,estradas percorri
Ouvi histórias e as guardei na lembrança
Rios atravessei com meu maquinário
Impios derrotei com meus diálogos
A mim se percorre o dom
Sábio de guardar a memória dos seres em claro e bom tom.

Andava em zona de guerra.
Não havia ninguém nela senão soldados.
Andava com flores.
E eles com armas.
De tanta luta e sangue,o mundo tornou-se sem graça ou vida
E agora,ando com armas em meio as flores
Do contrário não viveria para ver o pôr do sol.

Alguma Vez já lhe disseram que até o futuro tem fim?
Na beira do espaço eu aviso estrelas de sua direção.
Atualmente há mais poeira do que estrelas. talvez assim
Linguagem louca,pare de entoar esta canção
Indico aos fogos e faço fatos
Tato se torna inexplicável num mundo exato
Imito e limito ao prático
Cacos de céu plástico
O Minério Eu desfaço com olhar analítico

Lenda brilhante inalcançável
Um sonhador preso a seu próprio amor a terra.
Ao que busca girar,se equiparar ao astro rei amável

Na escuridão do tecido,o berço de prata não mente ou erra
O turbilhão de estrelas ao sonho escurecido não é afável
Voam,cintilantes,ao destino final,sem paz ou guerra
A torno da majestade dos céus,de brilho emulável.

A natureza dos sábios a trouxe a mim em busca de resposta.

Não sabia o porque queria saber.
As linhas de seu martírio,sobrepostas
Também escondiam feridas incuráveis do viver.
Uma vez,um sábio me disse
Razão nenhuma encontrará nas coisas do ser
E somente ao sentir o universo como sentisse
Zumbidos de fundo,encontraria assim o que procura obter
A não ser que seja para ganho próprio

Da água não vem óleo,transformação não vem só por querer
O sonho do homem não se convêm a si,sóbrio
Somente sendo livre das amarras de si poderá então crer.

Somente abrindo os seus olhos e aspirando o que pode alcançar
A vida então poderá lhe ser tragável
Boa sabedoria que se possa realizar
Indagando por acontecimentos causados por gente afável
O sonho não morre,sendo sustentado pela coluna da vida a laçar
Somente assim o sábio encontrará o fim de sua jornada proposta.

Liso como o papel do qual compõe-se a obra
Escamoso como a pele de uma venenosa cobra
Se tiro do resto nada sobra
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2018.03.03 17:39 oscarcalheiros VOCÊ CUROU MEU CORAÇÃO DA SOLIDÃO

Essa canção mostra em sua letra o verdadeiro poder que o amor tem de transformar, mudar rumos, caminhos, pensamentos e vidas. Com o amor os olhos ganham a forma do coração e podemos enxergar um mundo mais fraterno. Quando você encontra o seu amor tudo ganha mais vida, brilho e rumamos para um horizonte feliz. Portanto, se você respeita o seu próximo está muito perto da cura de suas fraquezas pelo amor.
Você Curou o meu Coração De: Oscar e Carlos Calheiros
Ah! Eu já ouvi falar Do poder admirável Que o amor tem pra nos dar
Eu posso até me lembrar Que andava insensível Sem querer me apaixonar
Você mudou minha direção Me fez sentir feliz Esqueci as mágoas da paixão Apagou minha cicatriz
Deixei para trás o desengano Quero sempre viver em seus planos Primavera verão todo ano Porque descobri que te amo
Você curou meu coração Da solidão, da solidão Você curou meu coração Da solidão, da solidão
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'Cinco letras que choram' (ADEUS) - Samba-canção - Francisco Alves - 1947 ♡Canción para un amor a distancia♡ // Te esperaré - Nicole ... Anitta - Música de Amor (Letra/Lyric Video) - YouTube Cuca Roseta - 'Amor de Domingo' - YouTube Wanessa Camargo - Filme de Amor (Extras) - YouTube Canção de Amor - Davi Silva e Nívea Soares - DVD Até o Fim ... Péricles - Ôa, Ôa (Canção de Amor) / Valeu Demais (Pagode ... II Festival de la Canción Latina. Brasil. Canção de amor e ... CD Um Novo Natal - Verdadeiro Amor Santo (Cuaresma, Ciclo C)

Mariozan Rocha - LETRAS.MUS.BR - Letras de músicas

  1. 'Cinco letras que choram' (ADEUS) - Samba-canção - Francisco Alves - 1947
  2. ♡Canción para un amor a distancia♡ // Te esperaré - Nicole ...
  3. Anitta - Música de Amor (Letra/Lyric Video) - YouTube
  4. Cuca Roseta - 'Amor de Domingo' - YouTube
  5. Wanessa Camargo - Filme de Amor (Extras) - YouTube
  6. Canção de Amor - Davi Silva e Nívea Soares - DVD Até o Fim ...
  7. Péricles - Ôa, Ôa (Canção de Amor) / Valeu Demais (Pagode ...
  8. II Festival de la Canción Latina. Brasil. Canção de amor e ...
  9. CD Um Novo Natal - Verdadeiro Amor
  10. Santo (Cuaresma, Ciclo C)

Não tenho nenhum direito sobre o conteúdo do vídeo. Grabado en vivo en la Parroquia de la Esperanza de María en la Resurrección del Señor, en la Ciudad de México. ... Lazos de Amor Mariano 337,200 views. 1:09:42. Oración de Sanación, ... Depois de contagiar o natal de muita gente e após vários testemunhos, a Gravadora Canção Nova traz – com nova capa e grandes sucessos - o álbum “Um Novo Natal - Canções Natalinas”. 'Cinco letras que choram' (ADEUS) Samba canção Silvino Neto Intérprete: Francisco Alves com Orquestra Odeon. Dir.: Lirio Panicali Disco Odeon 12.783-A Matriz 8189 Gravação: 11/03/1947 ... Ouça nas plataformas digitais: https://ONErpm.lnk.to/Pericles Inscreva-se no meu canal ︎ http://bit.ly/CanalDoPericao ︎ Contato para show: Guga (11) 98217-... 'Amor de Domingo' é o mais recente tema lançado por Cuca Roseta. Com letra e musica com assinatura da fadista, tem recebido os maiores elogios por parte dos ... Te esperaré - Nicole Luis (Cuando toca la campana) Si notan algún error son libres de corregirme eso me ayudaría mucho para mejorar ... Music video by Wanessa performing Filme de Amor. (C) 2003 SONY BMG MUSIC ENTERTAINMENT (Brasil) Ltda. II Festival de la Canción Latina en el Mundo. País: Brasil. Canción: 'Canção de amor e paz'. ('Canción de amor y paz'). Intérprete: Clàudia. Letra: Eduardo L... Davi Silva e Nívea Soares cantam a música CANÇÃO DE AMOR no DVD Até o Fim ao Vivo » Adquira já o DVD - http://www.davisilvaloja.com.br/dvd-ate-fim-ao-vivo_4x...